quinta-feira, abril 18

: Ainda bem que não gostamos todos de amarelo!

Fotografia própria, presente no instagram

Quando a minha melhor amiga me convidou para ser sua madrinha de casamento eu fiquei reticente. Não por não gostar dela - que isso nem se põe em causa - mas porque sabia que nunca lhe poderia oferecer a típica experiência de madrinha. O que vale é que ela já sabia ao que ia e escolheu-me pela nossa amizade, não por aquilo que lhe poderia eventualmente oferecer. Escolheu-me pela nossa história, pelo facto dos nossos caminhos acabarem sempre por cruzar-se. Escolheu-me pela importância que temos na vida uma da outra. Claro está que a avisei desde logo que não esperasse ver-me super aperaltada no dia do seu casamento. Avisei-a desde logo que não me iria ver maquilhada e que não me iria ver com sapatos altos. Claro que vou caprichar no penteado e no vestido - que já está escolhido e é lindo! - mas vou, por exemplo, com umas sandálias rasas. Esse pequeno aspeto causou estranheza em todos os que me rodeiam. Ai não... A madrinha quer-se com um saltinho, mais composto. Não quando sou eu a madrinha, lamento. Quero algo que seja confortável para aguentar o dia todo de sorriso na cara. Para poder dançar que nem uma louca sem sentir necessidade de me descalçar. Quero conseguir correr caso seja preciso ir buscar algo à última da hora. Quero ser eu, sem qualquer artifício. E ela disse-me, meio a rir, que já estava à espera disso. Ainda bem, pensei eu. Ainda bem que tenho quem me conheça verdadeiramente. Ainda bem que tenho quem goste de mim pelo que sou. Por isso sim, vou ser uma madrinha de sandálias rasas, sem maquilhagem mas com um cabelo lindo cheio de tranças. Serei uma madrinha feliz por ver a sua melhor amiga casar com o homem que ama. Uma madrinha feliz por poder ver a sua melhor amiga feliz. E isso é que realmente importa.

terça-feira, abril 16

: Música para os meus ouvidos | The Rains of Castamere


Apesar de não seguir a série Game of Thrones não fico indiferente à sua banda sonora. Claro está que quando vi esta cover do Peter Hollens com o Jonathan Young não podia deixar de vê-la... E ainda bem que o fiz. Como sempre, não desiludiu!