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A mostrar mensagens de Junho, 2015

: Um dos (meus) motivos para amar as crianças.

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Há dias em que não apetece sair da cama. E depois, logo pela manhã, há crianças que me perguntam se quero ir com elas quando forem viajar nas férias. Esta amizade, tão pura e sem segundas intenções, enche-me o coração e dá-me motivos para enfrentar os dias que parecem cada vez mais longos. E este é só um dos pequenos motivos pelos quais eu sou feliz naquilo que faço. Porque, sim, há muitos outros!

Irei ler todos os vossos espaços o mais rápido possível. Ainda estou em modo fim-de-semana prolongado!

: Vou de viagem.

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[A Bela e o Monstro!]
Vão ser só três dias mas será o suficiente para eu descansar muito e para eu quebrar esta rotina que já me vai sufocando. Daqui a umas horas rumarei a Pataias, perto da Nazaré, e por lá ficarei até segunda-feira. Terça-feira cá estarei para vos mostrar as fotos do meu fim-de-semana. 
Tenham uns excelentes dias.

: Férias, precisam-se.

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As saudades que eu já tenho de me poder deitar, durante todo o dia, a ler.

: Só há uma coisa com a qual sou vaidosa.

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... brincos!
Tenho uma colecção interminável e perco-me na zona deles de cada vez que vou a alguma loja de roupa. Como tenho as orelhas furadas desde bem cedo, com aqueles típicos furos que se faz em criança, sempre gostei de usar brincos. Ao longo dos anos esse vício foi crescendo e a primeira loucura que cometi foi meter um brinco mais largo num dos furos. Isto numa altura em que ainda não se falava de alargadores. Sou uma pioneira! Peguei num piercing e fui rodando até que o buraco se expandiu. Na altura, com pouco mais de dezasseis anos, não pensei nas consequências. Felizmente correu tudo bem! E acho, sinceramente, que se voltasse atrás cometia a mesma loucura.
O ano passado, após muito tempo de ponderação, decidi ir fazer mais dois furos. Ia um pouco nervosa mas correu tudo tão bem que saí de lá a dizer que queria fazer mais um mil. A cicatrização decorreu sem problemas e o único susto que apanhei foi por "culpa" de uma cabeçada que levei sem querer no trabalho. Ainda pe…

: Drones - MUSE [2015]

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Ainda só ouvi uma vez este novo álbum, mas foi o suficiente para me (re)apaixonar pelos Muse. Sinto-os, música após música, a voltar às suas origens. E é tão bom..

: Um dia, quem sabe.

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No último domingo deixei o David divertir-se a fazer-me uma tatuagem no pé, com uma caneta. Ele deu largas à imaginação e eu gostei tanto do resultado final que me apetecia sair dali, directa para um estúdio de tatuagens onde me marcassem definitivamente aquelas linhas. Mas o medo falou mais alto e eu acabei por me manter bem quieta. Ainda assim tenho que, antes de morrer, ganhar coragem e enfrentar a dor.
Deixo-vos o resultado final da brincadeira dele. Ficou bem giro, não ficou? 

: Tenho uma mente sobrenatural.

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Ontem fui à janela da varanda, olhei para o jardim logo abaixo e pensei: bem que já vinham cortar esta relva! Pois que hoje de manhã chego a casa, depois de vir da primeira parte do meu trabalho, e eis que começo a ouvir os cortadores de relva. Isto de ter uma mente poderosa tem muito que se lhe diga!! Só é pena que funcione apenas para coisas mundanas e não para me levar a acertar nos números do euromilhões!!

: Recados à Macaquinha [6]

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Macaquinha, depressa te irás aperceber que eu e o teu pai crescemos em realidades completamente diferentes. A minha família sempre esteve meio dividida e eu passava a maioria dos meus dias sozinha, brincando calmamente no meu quarto. Sempre fui filha única e gostei. Muitos me julgam egoísta e dizem que gostei de ser filha única porque fiquei com tudo para mim. E eu limito-me a rir. Rio-me porque cresci com os meus primos sempre bem perto e foram eles os meus irmãos mais novos. Brinquei com eles e aprendi a defendê-los; a partilhar tudo com eles. Nunca fui egoísta. Nem sequer mimada. Ainda hoje sou a primeira a oferecer o que quer que seja a quem eu saiba que precisa. Se tivesse tido irmãos a minha vida tinha sido totalmente diferente e, talvez por gostar tanto do que os anos me trouxeram, aprendi a olhar para trás e a sorrir para todos os dias que passei deitada na cama em silêncio, a ler. Já o teu pai cresceu numa casa sempre cheia. Cheia de vozes, de sorrisos, de brincadeiras. Tem u…

: As alturas não são para mim.

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Eu sou muito, mas mesmo muito, maricas no que diz respeito a alturas. É muito difícil enfiarem-me num teleférico e praticamente impossível enfiarem-me num divertimento que implique ficar a largos metros do chão. Andei uma única vez numa montanha russa e jurei para nunca mais. E há que referir que foi uma minúscula montanha russa que havia no funcenter no Centro Comercial Colombo. Fora isso nunca ninguém me conseguiu convencer a andar em divertimentos que me fizessem ficar no ar. O mais perto que tive de andar numa montanha russa - daquelas mais a sério - foi assistir a um filme 5D em Loures. Escolhemos um filme que envolvia uma montanha russa e, mesmo sabendo que estava sentada numa cadeira bem junto ao chão, não resisti a soltar um gritinho logo na primeira descida. Depois disso limitei-me a aproveitar a simulação. Se nesta coisa tão simples saí de lá toda a tremer imagino num divertimento real... Provavelmente teria um ataque cardíaco logo na primeira subida!

E vocês? São muito avent…

: Meus ricos sábados!

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Só agora, que passo os sábados a trabalhar, é que dou valor a este dia que antes podia ser passado sem fazer absolutamente nada. Só agora dou valor ao tempo livre que antes tinha. E quando voltar a ter este dia só para mim vou sentir que estou no céu! 
Estejam em casa, ou a trabalhar, tenham um excelente fim-de-semana! 

: Ser mãe e educadora.

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Trabalhar com crianças ajudou-me a perceber que tipo de mãe vou ser. Tenho a certeza que se não trabalhasse nesta área seria daquelas mães um bocado picuinhas que não gostam de erros cometidos pelos profissionais. Que nos desculpam as pequenas falhas mas que no fundo nunca mais nos vêem da mesma maneira. Mas (e este é um mas que muda tudo!) estando na área sei que a maioria dos profissionais fazem tudo por tudo para que nada corra mal. Se somos perfeitos? Nem por isso. Somos humanos e também erramos. Seja por uma distracção no momento errado, seja por tudo o que nos envolve naquele momento. Já tive que pedir desculpas a pais e mães por erros que cometi. Nunca me custou a admitir os meus erros e espero um dia ter este discernimento, enquanto mãe, para perceber que os outros também erram. Para perceber que os acidentes acontecem e nem sempre podemos fazer alguma coisa para os evitar. Para estar do lado das pessoas que irão olhar pela minha filha enquanto eu não puder. Se irei estar com …

: Visto-me de flores.

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Rodeio-me de rosas, papoilas, amores-perfeitos, cravos. Rodeio-me de mil cheiros e mil espinhos. Visto-me de pétalas, folhas e caules. Sou a Primavera em flor, o verão em todo o seu esplendor. Sou o outono das despedidas, o inverno da dormência. Sou as estações e as suas mudanças. Sou as flores que nunca desistem da vida. Visto-me de verde e movo-me ao sabor do vento. Nasço. Renasço. Vivo. Revivo. Sou a mistura de um jardim bem cuidado. Sou a confusão de um campo de plantas selvagens. Vejo o mundo, a partir do chão, e maravilho-me com a velocidade com que a vida corre. Passa por mim e agita-me; Passa por mim e toca-me, cheira-me; Passa por mim e leva-me. Viajo e vejo o mundo finalmente de cima. O meu espaço, bem colado ao chão, fica para trás. Apaixono-me. Sou sementes, folhas, pétalas. Sou flor. Sou natureza. Sou eu.

: Para acompanhar com um balde de pipocas.

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Não sou de ver muitos filmes mas, nestas últimas semanas, excedi-me na minha quota normal. Já vou em quatro filmes em pouco mais de quinze dias. Deixo-vos, de seguida, as minhas breves opiniões em relação a todos eles.
Home: A minha casa (2015)
Andava bastante curiosa com este filme desde que os "meus" pequenos foram vê-lo ao cinema nas férias da Páscoa. E acabou por me surpreender bastante, pela positiva. Tem uma história bastante bonita e com uma mensagem forte. É impossível não nos apaixonarmos pelo OH e pelas suas aventuras. E, claro, ganhou logo muitos pontos quando vi que o personagem principal tinha a voz do Jim Parsons (a.k.a. Sheldon da Teoria do Big Bang). Deu logo outra piada ao filme!
Um ritmo perfeito 2 (2015)
Não contava ver este filme no cinema mas decidimos aproveitar um dia de folga para ver o que estava em cartaz. Acabou por ser este o escolhido e não me arrependo da escolha. Pessoalmente adoro filmes que envolvam música. Gosto do ritmo, da sonoridade, de canta…

: Sim, somos piores que as crianças!

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Desde há uns tempos para cá que, todas as semanas, eu e uma colega nos temos escondido dos miúdos quando já lá estão só três ou quatro e estamos quase a ir embora. É delicioso ouvi-los a procurar-nos e a enfrentar o escuro como uns "corajosos", nome que ainda hoje chamaram a si mesmos. E nós, que devíamos ser as adultas, ficamos escondidas a controlar o riso. Mas, podem respirar fundo, estamos sempre atentas ao local onde eles estão, preparadas para socorrê-los se for necessário. Adoro estes pequenos momentos e eles também. Prova disso é que sempre que nos encontram pedem logo para que voltemos a esconder-nos. Devíamos ser as adultas mas, nestas situações, é tão melhor ser criança!

: Recados à macaquinha [5]

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A partir do dia de hoje - e até chegar a um acordo com o teu pai - irei referir-me a ti como a minha macaquinha. Um dia irás saber porque te chamo isto. Um dia, quando te tiver ao meu colo, irei segredar-te a história desta alcunha que nasceu muito antes de ti. 
Sabes, minha pequena, ontem chorei. Vinha do trabalho e um sufoco apertou-me o peito. Eram quase nove da noite e eu ainda fora de casa. Pensei como seria se tu já tivesses nascido. Pensei na minha forçada ausência. Pensei no pouco tempo em que te poderia namorar. É irónico esta nossa necessidade, enquanto pais, de vos darmos o melhor. De fazermos tudo o que está ao nosso alcance para vos facilitarmos o caminho. Sem nos apercebermos que, muitas das vezes, estamos a fazer o pior para vocês. Estamos a tirar-vos o colo, o amor, o aconchego. Chegamos tarde e o tempo de qualidade que poderíamos ter quase não existe. E eu não quero isso para nós. Não te quero ver crescer nos intervalos. Não quero sair de madrugada, contigo a dormir, r…

: Não consigo mesmo estar parada.

Eu de vez em quando já me queixava que o meu tempo livre não chegava para nada. Mas esta semana o tempo livre que tinha reduziu drasticamente para metade. Visto que eu e o David gostamos de ter uma boa segurança financeira, quando damos passos grandes, eis que decidi aceitar um part time, numa área bem diferente da minha. Estou a gostar mas é assustador ver que o tempo livre que tinha antes desapareceu quase todo. Ainda me estou a adaptar mas, com o tempo, isto vai ao sítio. Como em todas as fases de mudança há um tempo de altos e baixos. Por enquanto vou andando por baixo e, quem sabe, um dia chego ao alto!
Hoje à noite ou amanhã, no meu dia total de folga, vou dar uma volta pelos vossos espaços! Fica prometido.

: Agora é que vão ser elas.

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Andámos, durante anos, indecisos em relação ao nome que daríamos aos nossos filhos. Lá acabámos por concordar que iríamos utilizar os nomes dos dois avós que, infelizmente, já não poderão presenciar uma gravidez. Pensei eu que tínhamos ficado por aí! Sou tão ingénua...
No passado fim-de-semana fomos comprar um mimo, para o bebé de um casal amigo, e o David aproveitou a deixa para, muito calmamente, me dizer que achava injusto para todos os outros avós, ainda vivos, que apenas aqueles nomes fossem usados. Perante os seus argumentos - que, note-se, ele deve ter estudado bastante bem!! - tive que concordar com ele. Eis que voltámos à estaca zero. Bom, à estaca um... Que o nome de rapaz está mais do que decidido. Agora com o nome de rapariga é que vão ser elas. Gostamos de tantos que acho mesmo que só conseguiremos decidir se tirarmos à sorte!

Querem ajudar-nos? Então deixem nos comentários nomes de menina pelos quais sejam apaixonados. Pode ser que assim consigamos tirar algumas teimas!

: Quando me tornei mais eu.

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Acho que sempre tive um feitio peculiar. Talvez tenha nascido comigo; Talvez tenha sido a forma de ser dos meus pais que me influenciou. Nunca permiti, nem em criança, que me fizessem mudar de ideias. Nunca permiti que me vissem os pontos fracos. Mas também não exaltava os pontos positivos que sabia ter. Cresci, tenho que confessar, sem perceber porque não conseguia fazer amigos para a vida, como os outros que me rodeavam faziam. Hoje percebo. Eu não era daquelas pessoas que se deitava no chão para os outros pisarem. Ainda hoje não sou dessas pessoas. Digo o que tenho a dizer e só sei ser assim.

Fui crescendo, praticamente sozinha, e os macaquinhos na minha cabeça foram aparecendo. Ou porque eu não era suficientemente boa para alguma coisa; Ou porque os rapazes não olhavam para mim; Ou porque tinha demasiados pêlos nos braços. Sim... uma coisa tão simples como pêlos nos braços servia para me incomodar. Não que alguém me dissesse alguma coisa em relação a isso mas para mim, que poucos a…

: Devem pensar que sou maluca.

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Quando falo num futuro filho refiro-me sempre a uma menina, Mariana. Muitos de vocês devem achar que eu tenho um parafuso a menos por nunca pôr a hipótese de ter um rapaz. Pois bem eu explico-vos esta minha tendência para saias, folhos e laços no cabelo...
Conhecem o famoso "jogo da agulha"? Não?! Então eu passo a explicar... Cortam um pedaço de linha de costura (de qualquer cor) e passam por dentro do buraco da agulha. Quase como se fossem efectivamente coser alguma coisa. Dão um nó na linha - de modo a que esta não saia do buraco - e eis que têm o instrumento principal do vosso jogo. O próximo passo é arranjarem a mão de uma mulher. Sim porque se usarem a mão de um homem o jogo vai ser uma valente seca visto que a agulha não se vai mexer! Pedem à pessoa para pôr a palma da mão virada para cima, a direito, e movimentam a agulha para baixo e para cima no espaço entre o polegar e o indicador três vezes. Depois é só porem a agulha em cima da mão e irão ver a magia acontecer. Se…

: Hoje vamos enganar os relógios.

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Eu até já estou habituada a acordar cedo todas as manhãs mas, por muito tempo que passe, não me consigo habituar às segundas-feiras. Nada contra elas mas custa-me sempre deixar a minha casa e saber que terminou o tempo livre para me enroscar no David sempre que nos apetecer. Por isso quando soubemos que podíamos tirar mais dois dias soltos, fora das nossas férias, escolhemos duas segundas-feiras. Uma delas é hoje! Há lá coisa melhor que acordar quando o nosso corpo estiver realmente descansado? E ainda o convenci a irmos ao cinema e às compras cá para casa. Amanhã logo penso no início da semana. Hoje é para aproveitar, de mão dada a ele.

: Podes vir... Todos te esperam.

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A conversa começou como uma brincadeira. Eu juntei os trapinhos com o David e as minhas amigas mais próximas disseram a frase da praxe «Para quando é o bebé?». Eu ri-me e disse-lhes para me darem tempo de perceber se esta coisa de partilhar casa resultava para nós. Bom... está mais do que provado que resulta. Talvez ajude o facto de termos tão pouco tempo juntos que o queremos aproveitar da melhor forma! A conversa passou da brincadeira para uma pergunta recheada de verdade. Uma dessas minhas amigas todos os dias me diz que está na minha hora e faz questão de trazer para junto de mim o irmão de três meses de uma das nossas meninas. E eu perco-me de amores pelas suas bochechas, pelos seus pés pequenos, pelo seu sorriso desdentado. Imagino-me com um ser pequeno ao colo. O relógio toca cada vez mais alto. Já partilhei esta ânsia com o David e ele abraçou-me: afinal de contas é também um desejo dele. Mas, nisto concordámos logo, primeiro é preciso um espaço ao qual possamos chamar nosso. …

: Se um dia me casar...

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... canto-lhe esta música!




Nem sou muito fã deste género musical mas esta música em específico conquistou-me por dois motivos: o ritmo é contagiante; e a sua letra parece que foi escrita quase toda directamente para mim - que gosto imenso quando ele mostra conhecer-me como ninguém!!

Claro que existem muitos comentários a dizer que esta música é sexista mas, sinceramente, acho que é o videoclip que nos faz achar isso. Sim porque eu também achei quando o vi pela primeira vez. Não concordo é com quem diz que a letra faz parecer que há mulheres que não se contentam com nada. Então mas há alguém que não goste de ser tratada com respeito, que não goste de uma boa surpresa ou que não goste de ser apreciada?! Há quem não goste de ouvir, da boca do seu amor, que é linda?! Esta música é, acima de tudo, uma música! E é nisso que me foco. Nisso e na vontade de dançar sempre que a oiço.
Vou só ali dançar mais um pouquinho feita maluca!

Bom fim-de-semana!!

: A animação na minha vida continua.

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Hoje fui buscar as análises ao sangue que fiz, há quinze dias atrás, para descobrir ao que sou realmente alérgica. Que isto de andar a espirrar e a tomar zyrtec só porque sim fazia-me sentir parva. Pois eis que os resultados coincidem com aquilo que já se desconfiava: ácaros, gramíneas e árvores, entre outras coisas.

O que eu não contava era com os três últimos parâmetros: pêlo de gato, barata europeia (portanto tenho que emigrar para fora da europa) e, preparem-se... caspa de cão. Sim, ao que parece sou alérgica à caspa dos nossos amigos de quatro patas. Ainda me estou a rir!!

Pelo lado positivo... não tenho nenhuma alergia alimentar. Vou só ali enfardar comida, bem longe de gatos, cães, baratas, ácaros, fungos, gramíneas e árvores. Vida fácil, portanto.

: [ Assim Nasceu Portugal ] de Domingos Amaral

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Não me interpretem mal mas... sempre que termino um livro do Domingos Amaral sinto que fico "ressacada". Mas tudo no bom sentido! Fecho o livro e penso para mim mesma «Não!! Só mais um capítulo... Vá lá...». E, mais uma vez, a rotina concretizou-se. Tenho imensos livros à espera de serem lidos mas não consigo largar este. Quase como se por tanto lhe tocar pudessem nascer mais capítulos. A minha mente ainda fervilha com aquilo que li e, não posso negar, estou ansiosa pelo volume II com a continuação da história.
Sou fã de Domingos Amaral não só pela sua escrita, que me cativa imenso, mas pela sua mestria em criar romances históricos que não só nos ensinam como nos fazem apaixonar. Este não foi excepção. Sempre admirara Afonso Henriques mas ao ler esta história, ainda que com muitas partes ficcionadas, não posso deixar de salientar a força que o amor lhe deu para lutar pelo que queria. Ou, melhor dizendo, a força que o amor lhe deu para se transformar no nosso primeiro rei. Por…

: Mudanças, precisam-se.

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Desde que entrei nesta minha nova fase da vida - entenda-se por nova fase da vida partilhar quatro paredes com o meu homem - que senti necessidade de fazer alterações em tudo o que me rodeava: nos hábitos que tinha em solteira e que já não se adequavam; nas roupas que já mal me serviam e estavam a encher; na enchente de coisas que preenchiam o meu quarto. Livrei-me de todas as más energias e senti que recomecei do zero, ao lado dele. Desta vez literalmente ao lado dele. Não houve cá nada de casórios mas estamos juntos para o bem e para o mal! Agora, para finalizar esta onda de mudanças, estou a pensar fazer uma alteração ao meu cabelo. Irei renovar-me. E vai ser já esta semana!! Mas shiiiiu que o David não sabe de nada!
Que mudança acham que eu poderei vir a fazer?! Aceitam-se apostas!