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A mostrar mensagens de Dezembro, 2015

: Obrigada 2015. E adeus!

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Mostraste-me o caminho a seguir. Eliminaste da minha vida quem não me merecia e confirmaste o lado bom de quem nunca me abandonou. Deste-me forças para saltar os obstáculos e ensinaste-me a ver para além do que a vista alcança. Surpreendeste-me com reviravoltas e, quando já pensava estar tudo perdido, deste-me as melhores noticias de sempre. Guardo-te como o ano mais bipolar e surpreendente que já vivi. Guardar-te-ei, sem dúvida alguma, como o ano em que a minha vida mudou, por completo. Para melhor! Obrigada por tudo o que me deste e obrigada, ainda mais, por todos os desafios e maldades. Contigo cresci, mais do que nunca. Tornaste-me mulher. Amanhã terminas e de ti guardo o melhor. 2016, não espero menos de ti!
Um excelente novo ano para todos vocês! 

: (Re) nascimento

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Foto da minha autoria, presente no meuinstagram.

Percorri os mesmos caminhos durante anos. Fazia-os de olhos fechados. Eram sempre iguais. As mesmas pessoas, as mesmas pedras no caminho, os mesmos sons, os mesmos passos no passeio. E agora, de repente, tudo mudou. Percorro novos caminhos, tenho que descobrir novas caras, novos locais. Senti-me perdida ao início. Doeu, confesso. Largar tudo aquilo que conhecia como a palma da minha mão custou mais do que eu poderia imaginar. A paisagem alterou-se e já não me perco a ver o rio ou no fresco que a sombra das árvores me proporcionavam. Adaptei-me. Ainda me sinto estranha quando regresso aos caminhos do passado, mas a dor que o desapego traz já passou. A dor de um quarto vazio deixou de fazer sentido assim que a minha casa se tornou um lar. Já fiz o luto da mudança e estou preparada para esta nova etapa de responsabilidades redobradas. Os novos caminhos começam a ser percorridos agora!

: Diz que hoje fico mais velha...

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Faço hoje vinte e quatro anos. Começo a sentir-me velha sabem... Olho para os meus pequenos e gostava de viver só mais um dia com a idade deles. Sem responsabilidades, dores de cabeça ou preocupações. Não me posso queixar da vida que tenho agora, estável e seguindo o caminho que sempre ambicionei, mas ainda assim gostava de voltar atrás e viver apenas mais um dia em cada idade pela qual já passei. Aprender a relativizar mais cedo. Aprender a olhar para o mundo e para a minha vida de forma minimalista. Esvaziar o coração daquilo que não merece ser sentido e limpar as prateleiras das memórias dolorosas. 
Faço hoje vinte e quatro anos e decidi que, pela primeira vez, não haverá bolo de aniversário. Vou, simplesmente, estar com aqueles que me são importantes e vou sair, rir. Aproveitar o que me resta dos vinte e três. Foi um bom ano. Aprendi a ser mais eu, limpei o espírito, cresci, tornei-me adulta. Deste novo ano não espero menos do que tudo aquilo que de bom já vivi.
Que venha ele!

: Já nem me reconheço!

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Eu sempre fui resmungona quando a situação não me agradava. Nisso saí completamente à minha mãe. Mas antes sabia calar-me. Agora? Agora não só não me calo como me tornei ainda mais segura das minhas opiniões...
O Natal nunca foi para mim os presentes. Vá, talvez tenha sido em criança antes de ter verdadeira consciência do que me rodeava. Mas agora prefiro mesmo a companhia das pessoas importantes e até me esqueço que as prendas estão na árvore. No entanto - e podem até achar que me estou a contradizer - se há coisa que me irrita é a distinção de prendas entre os casais. Já não é a primeira vez que eu recebo algo para a casa enquanto o David recebe algo para ele. Então mas vamos lá ver uma coisa... ele não vai usar a casa também? Será que vivo no século passado em que a mulher tem de se anular para ser esposa, mãe e dona de casa?
Querem oferecer algo para a casa? É sempre bem vindo e até prefiro receber prendas para ela do que para mim. Mas façam-no oferecendo aos dois. A casa não é só m…

: Muitos risos e petiscos.

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Se há um mês dizia que gostava de juntar as duas famílias na nova casa, esta semana percebi que isso ainda não seria possível este ano. E, ao contrário do que eu imaginava, não fiquei triste. Pouco importa o local onde é celebrado o Natal. O que importa é as pessoas com as quais o celebramos. Serão poucas, pelo menos hoje, mas sinto-me mais próxima delas do que nunca. Avançamos todos um passo e isso fez-nos bem. Já não há tantas discussões, nem chatices. E é mesmo isso que eu quero celebrar neste dia: a nossa união. 
Espero que tenham uma consoada bastante feliz junto daqueles que mais amam. Não comam muitos doces!

: Sufoco...

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*Inspiração *
Dizeres-me que sou tua não é romântico, desengana-te. Assusta-me; arrepia-me. Vejo o teu olhar inexpressivo e perco-me a pensar no que percorre a tua mente. Nos quadros que deves pintar para teres esses ciúmes que em nada são saudáveis. Que nos vão matando. Parece-me ver-te em todos os locais onde estou sozinha, como se controlasses os meus passos. Sinto o teu abraço demasiado forte, quando me deito ao teu lado. Eu não fujo, já te disse. Mas também não te pertenço. Sou do mundo; Sou principalmente de mim. Quero-te, mas quero o meu espaço também. Amo-te e quero fazê-lo sem te temer. Sem temer as tuas acções e pensamentos. Ama-me, sem pertenças ou grilhões. Ama-me, simplesmente. E, meu amor, nunca mais digas que sou tua. Nunca hei-de ser de ninguém.

#Fictício

: Férias?! Isso queria eu...

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A desarrumação ainda na casa dos meus pais. O nosso quarto já semi organizado.
Esta semana estou, supostamente, de férias. Realmente não vou trabalhar, mas chego ao fim do dia tão cansada que parece que passei o dia todo a correr atrás dos meus pequenos. Tenho dividido os dias entre arrumações, dar explicações e tratar de documentação que ainda estava em falta. Ainda só passaram dois dias e eu já me sinto a morrer. O lado positivo: vejo a casa a ficar cheia. Cheia de amor, cheia de nós. Desempacotámos a nossa vida e estamos a ajeitar tudo ao nosso gosto. Limamos as arestas e tornamos esta casa o nosso lar. E, em todos os dias em que chego à noite sem me mexer, sorrio. Deito-me na nossa cama, debaixo do nosso teto. Se as mudanças são cansativas? Sim, sem dúvida. Se compensa? Mais do que tudo! Mas ainda assim não quero repetir a brincadeira!

: Recados à Macaquinha [16]

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Não te irás aperceber disso nos teus primeiros anos de vida mas esta altura do ano é a minha preferida. O mês de Dezembro é mágico para mim e, normalmente, traz-me os melhores momentos de todo o ano. Perco-me nas luzes, nos aromas, nos sons. Perco-me de amores pela neve e espero viver um Natal no meio dela, contigo ao meu colo. Espero ver reflectido nos teus olhos o brilho das luzes, provenientes da árvore que nos ajudarás a montar. Espero conseguir fazer-te acreditar no Pai Natal mesmo quando já nenhum dos teus amigos acreditar. Não por egoísmo da minha parte; Apenas para preservar a tua ingenuidade. Para preservar o teu sentimento mais puro, sem consumismos à mistura. Quero ver-te entusiasmada na noite da consoada, com toda a família reunida. Quero ver-te a pular de colo em colo. Quero incutir-te a tradição de abrir os presentes só na manhã do verdadeiro dia de Natal. Iremos pôr um prato com bolachas e um copo de leite numa lareira improvisada - com caixas de cartão - esperando que …

: O valor do Natal.

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Há uns dias atrás desafiaram-me a responder à pergunta "Pensa em todos os Natais que já viveste. Quais foram as prendas que mais te marcaram?". Passado o primeiro segundo de indecisão não tive qualquer dúvida nas respostas que daria. O meu gameboy, os únicos ténis de marca que tenho desde os quinze anos, o meu acordeão e, por fim, o meu ferro de caldeira. Presentes estranhos para serem relembrados, devem estar a pensar. Eu explico-vos... O meu gameboy ainda hoje funciona e não tenciono livrar-me dele. Foi-me dado pela minha avó materna e não me esqueço do brilho nos olhos dela ao ver a minha felicidade. Os ténis foram-me dados pela mesma avó e ainda hoje os utilizo. Não estão como novos mas cumprem a sua função. Usá-los faz-me sentir mais próxima da minha avó. Receber o acordeão foi algo que me deixou surpreendida, principalmente pela forma como os meus pais mo deram. Criaram uma caça ao tesouro na casa dos meus tios, onde estávamos a passar o Natal, o que tornou tudo muito …

: Natal - Mood ON

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Gosto de músicas de natal. Gosto de rock.
 Estou nas nuvens com esta adaptação!

: Estou a ver que só volto para o ano!

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Se por um lado é super giro estar a pôr a minha casa ao meu gosto é, ao mesmo tempo, tão cansativo que só me apetece hibernar. Ora estou a empacotar, ora estou a limpar, ora estou a arrumar tudo no sítio. O que vale é que já está quase tudo... Nunca mais me meto numa brincadeira destas!

: Chegou, sem avisar.

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Sinto-me, finalmente, adulta. Apesar de já trabalhar há dois anos e de já morar com o David há um ano, dava por mim a pensar que ainda me sentia uma miúda a brincar aos adultos. As responsabilidades ainda não pesavam de forma realista... Até ao mês passado. Com a confirmação de que a casa seria nossa comecei a ter que me mexer. Idas a bancos, telefonemas, recolha de papéis importantes. Quando dei por mim estava perdida no meio de tanta informação. Tornei-me numa daquelas pessoas chatas que faz imensas perguntas e que questiona tudo. Tive que ser ainda mais responsável. Equilibrar horários para não ter que faltar ao trabalho, para dar explicações e ainda guardar tempo para organizar as coisas da casa. Fora a limpeza da casa onde ainda estou. Um dia depois da escritura tratei da água e da luz para que a mudança para a nova casa fosse o mais rápido possível. Na quinta-feira, uma semana depois de termos assinado os papéis finais, já tínhamos a casa praticamente funcional. Estou orgulhosa …

: Das lições inesperadas.

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Para muitos de vocês este cantor, Stromae, deve ser completamente desconhecido. Até para mim o era até ouvir a cover que os Pentatonix fizeram de uma música dele: Papauotai. Desde aí que tenho vindo a descobrir músicas dele que me fazem querer ouvir mais. Hoje descobri este vídeo e o meu coração apertou. Vejam-no (conscientes de que ele transmite uma lição)...

Quantas vezes já passámos por pessoas assim, confusas? Quantas vezes já demos por nós a julgar determinadas acções de terceiros? Este vídeo foi um murro no estômago e uma demonstração de como cada pessoa vive demasiado preocupada consigo mesma. Vivemos de olho no nosso umbigo. Não digo que isso seja mau: não tem mal sermos preocupados connosco. Mas quão melhor seria começarmos a dar a mão a alguém que vejamos de olhar perdido?

: Dicas para quem quer comprar casa.

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Quando comecei a escrever este texto não imaginava a quantidade de dicas que ia ter para vocês. Mas agora que o terminei fico feliz por poder partilhar a minha experiência com todos aqueles que um dia podem vir a precisar! Se quiserem deixar ainda alguma pergunta façam-no na caixa de comentários que eu irei responder-vos!

Agora cá vão as minhas dicas: