domingo, novembro 13

: Um brinde às resoluções inesperadas.


Não sou pessoa de fazer resoluções no final do ano. Sei, por experiência própria, que tudo aquilo a que me proponho acaba por cair em saco roto. Prefiro ir-me desafiando ao longo do ano; ir testando limites; rompendo barreiras. Gosto de não viver preocupada pelas ideias não concretizadas: luto, no momento, pelo que faz mais sentido. Hoje "obriguei-me" a destralhar o roupeiro e a cómoda. Livrei-me de roupa que já não me servia ou que já não usava. Livrei-me de coisas que só enchiam. Sinto-me mais leve. Sinto que hoje cumpri algo que me ajudou a melhorar um pouco. Amanhã um novo objectivo surgirá! 

10 comentários:

  1. Há já algum tempo que também deixei de fazer as resoluções no final do ano. Claro que existem objetivos dos quais, inconscientemente, não nos esquecemos, mas também prefiro ir-me desafiando aos poucos, acho que só temos a ganhar com isso, até porque evitamos colocar demasiada pressão sobre nós.

    r: Acho que é assim mesmo que deve ser!

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  2. Eu também não gosto de fazer planos....


    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  3. E é tão bom derrubar barreiras, quebrar obstáculos! Na maioria das vezes de nada nos adianta mesmo fazer resoluções, sai sempre tudo furado.

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  4. é tão bom quando nos sentimos assim :)

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  5. A minha vida é toda um plano, eu costumo planear muito!

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  6. É uma óptima forma de encarar as "resoluções" :) Adoro!

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  7. Fazes muito bem. Mais do que propor objetivos, o mais importante é agir.

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  8. Também não faço resoluções de ano novo nem nunca fiz. Não vejo o sentido para ser sincera :p
    Eu adoro arrumar o meu quarto e livrar-me de coisas. Fico logo mais leve.

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À noite gosto de contar as estrelas que estão no céu e de ver por onde anda a Lua. E tu do que gostas?