: Um brinde às resoluções inesperadas.


Não sou pessoa de fazer resoluções no final do ano. Sei, por experiência própria, que tudo aquilo a que me proponho acaba por cair em saco roto. Prefiro ir-me desafiando ao longo do ano; ir testando limites; rompendo barreiras. Gosto de não viver preocupada pelas ideias não concretizadas: luto, no momento, pelo que faz mais sentido. Hoje "obriguei-me" a destralhar o roupeiro e a cómoda. Livrei-me de roupa que já não me servia ou que já não usava. Livrei-me de coisas que só enchiam. Sinto-me mais leve. Sinto que hoje cumpri algo que me ajudou a melhorar um pouco. Amanhã um novo objectivo surgirá! 

Comentários

  1. Há já algum tempo que também deixei de fazer as resoluções no final do ano. Claro que existem objetivos dos quais, inconscientemente, não nos esquecemos, mas também prefiro ir-me desafiando aos poucos, acho que só temos a ganhar com isso, até porque evitamos colocar demasiada pressão sobre nós.

    r: Acho que é assim mesmo que deve ser!

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  2. Eu também não gosto de fazer planos....


    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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  3. E é tão bom derrubar barreiras, quebrar obstáculos! Na maioria das vezes de nada nos adianta mesmo fazer resoluções, sai sempre tudo furado.

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  4. é tão bom quando nos sentimos assim :)

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  5. A minha vida é toda um plano, eu costumo planear muito!

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  6. É uma óptima forma de encarar as "resoluções" :) Adoro!

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  7. Fazes muito bem. Mais do que propor objetivos, o mais importante é agir.

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  8. Também não faço resoluções de ano novo nem nunca fiz. Não vejo o sentido para ser sincera :p
    Eu adoro arrumar o meu quarto e livrar-me de coisas. Fico logo mais leve.

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