domingo, julho 30

: Sete.


No dia em que o conheci soube logo que ele seria especial na minha vida. Soube logo que seria no seu abraço que encontraria paz. Entrelaçar os meus dedos nos dele foi algo tão natural que parecíamos ser um prolongamento um do outro. E naquela tarde, num dia quente de Julho, olhei-o nos olhos e soube que era ele. Nunca tive dúvidas ou receios. Juntos, ao longo destes sete anos, superámos discussões e momentos tristes. Criámos boas memórias, tirámos fotografias, viajámos. Comprámos casa e mostrámos a todos - e principalmente a nós mesmos - que crescemos. Soubemos esperar pelos momentos certos e fizemos escolhas ponderadas. Deixámos de ser os adolescentes que se conheceram aqui no blogue e que marcaram um encontro sem sequer verem a fotografia um do outro. Deixámos de ser esses adolescentes que cometiam loucuras e aprendemos a encontrar o equilíbrio na nossa relação. O amor cresceu e a paixão continua connosco. Criámos fundações sólidas e decidimos, este ano, aumentar a nossa família. Hoje, neste nosso dia tão especial, o nosso cachorro faz sete meses. Sete meses. Sete anos. No mês sete. Se isto não é um bom sinal então não sei o que será. Hoje é dia de festa, a três. É dia de mimos extras, de um passeio longo. De um piquenique em Sintra, quem sabe. É o dia em que se torna mais real o passar dos anos, lado a lado. Há sete anos atrás soube que ele era o tal. E em sete anos nada disso mudou. Daqui para a frente o amor só pode continuar a crescer!

quinta-feira, julho 27

: Recados à Macaquinha [26]


Posso não ter a melhor voz do mundo mas irei embalar-te com as mais belas músicas que conhecer. Irei mostrar-te a beleza de dançar pela casa, de pés descalços e corpo leve. Irei abraçar-te e rodopiar-te, para te fazer rir. Imagino-te a experimentares tocar no piano, com os teus dedos pequenos. Talvez acabes por apaixonar-te pela música como eu me apaixonei. Irei mostrar-te músicas dos mais diferentes estilos na esperança de que encontres nelas um mundo só teu, onde consigas relaxar. Quem sabe não acabemos as duas por cantar juntas, como eu fazia com a tua avó nas nossas viagens de carro. Espero criar momentos que tenhas prazer em recordar, quando chegares à minha idade. Espero deixar em ti o bichinho da música que tanto me ajudou a superar momentos maus. Espero - e desejo, confesso - que gostes desta arte tanto quanto eu. Porque a verdade é que a música vai correr-te nas veias. E há coisas que não conseguimos evitar!

segunda-feira, julho 24

: Como não gostar dos vilões?!

Quem me segue há mais tempo já deve ter percebido que eu tenho uma grande queda por cover's! Especialmente se estas forem de músicas da Disney, que todos conhecemos. Na semana passada descobri o vídeo que vos irei mostrar e dei por mim a trautear todas as músicas. Todos gostamos que os heróis saiam vitoriosos mas um bom vilão é sempre preciso para dar um abanão. E - se repararem com atenção - costumam ser eles a terem algumas das melhores músicas... Eu cá tenho um pequeno fraco pelos vilões!

sábado, julho 22

: Home Sweet Home #7

Gosto da minha casa num geral, senão claro que não a teria escolhido. Mas, logo na primeira visita, apaixonei-me pela casa-de-banho. Gosto da conjugação de azulejos que fizeram e que não enjoam ao fim de algum tempo. Gosto dos tons - creme e cinzento - que utilizaram e que acabámos por transportar para a restante casa tornando a decoração mais harmoniosa. A única coisa que não me agrada totalmente é o móvel/lavatório que sinto que tem pouca arrumação e que gostava que fosse um pouco diferente. Nada que não se resolva comprando um novo, quando necessário. Deixo-vos algumas inspirações que gostei de ver para, quem sabe, um dia mudar algumas coisas!


quarta-feira, julho 19

: A música original já era boa #2

Quem não conhece a intemporal valsa da Bela e o Monstro? É uma das mais belas músicas da Disney e os Postmodern Jukebox com a Aubrey Logan fizeram uma cover digna de ser partilhada. Deixaram-me rendida!


segunda-feira, julho 17

: Cinco vezes em que devia ter estado calada!


Há momentos em que falamos sem pensar bem no que dizemos. Ou que temos verdades absolutas antes sequer das situações nos acontecerem. É normal e o importante é saber reconhecer quando estamos errados. O importante é aceitar que estamos sempre a aprender coisas. E o que hoje é uma verdade para nós, amanhã pode já não o ser. Deixo-vos a lista das vezes em que já mordi a língua! 

1 - Nunca terei uma placa na cozinha em vez de um fogão. Quando vim ver a minha casa esta já tinha a cozinha equipada. Como no prédio não há instalação de gás natural a antiga dona, que fez as remodelações, colocou tudo a electricidade. Placa, forno e caldeira. Quando vi a placa torci o nariz porque pensei que fosse gastar imenso dinheiro em luz. Enganei-me redondamente. Gasto o mesmo do que se tivesse luz/gás e já não trocava a placa por nada. É rápida e super fácil de limpar! 

2 - Não preciso de máquina de lavar loiça. Mais uma coisa que vinha com a casa e que eu pensei que nunca iria utilizar. Aliás, demorei meio ano até à pôr a funcionar pela primeira vez! Agora adoro-a. Nem sempre lava na perfeição mas nada que uma pré lavagem não resolva. Poupa-me tempo e esforço! 

3 - Ter namorado não invalida continuar a ir a vários sítios sozinha. Verdade. Até certo ponto. Sou capaz de sair com amigos durante umas horas, caso o David não possa vir. Mas sou incapaz de passar férias longe dele, por exemplo. Sempre disse que ter namorado não me iria mudar o pensamento, mas mudou. Prefiro mil vezes ficar por casa, junto dele. Claro que continuo a sair com amigos, mas nada do que eu imaginava antigamente. 

4 - Falar com os cães é parvo. Eu dizia isto antes de ter o meu cão. Agora falo com ele imensas vezes e dou por mim a pensar que se calhar estou a fazer figura de tonta. Mas pouco me importa. É tão giro vê-lo olhar para mim e ter conversas sem temer o que digo! 

5 - Nunca irei tirar a carta de condução. Até acabar a faculdade disse sempre que não iria querer tirar a carta. O maior motivo era que eu detestava carros e ia odiar conduzir. Não podia estar mais enganada. Quando saí da faculdade lá tirei a carta, por insistência dos meus pais e do David, e adorei! Adorei a teoria e adorei ainda mais a prática. Continuo a não gostar de carros, visto que há gente louca na estrada, mas descobri que adoro conduzir.

Estas foram as principais vezes em que falei sem conhecimento de causa. Falei porque acreditava piamente no que estava a dizer. E depois arrependi-me. Tenho aprendido a ser mais controlada, a ponderar aquilo que digo. A não ser precipitada. Nada é uma verdade absoluta porque a vida está sempre a mudar! 

Agora lanço-vos um desafio: Quais foram os momentos em que falaram e depois viram que não era bem assim? Se preferirem fazer um post deixem-me o link nos comentários! 

sábado, julho 15

: Era isto que eu precisava.


Um refúgio perdido na natureza onde pudesse estar em paz com os meus dois amores. Um refúgio à beira rio onde pudesse ler tudo aquilo que não consigo ler durante todo o ano e onde os meus pés estivessem sempre frescos. Precisava de me desligar de tudo, reencontrar-me na minha pequena família. Tudo o resto é secundário.

quarta-feira, julho 12

: Procura-se....


... amante de livros que esteja disposto a adoptar parte da minha já extensa coleção! No fim-de-semana tive que reorganizar a minha estante de modo a incluir todos os livros infantis que adquiri durante o ano e que estavam no trabalho. Conclusão: quase que não tenho espaço livre e teimo em lembrar-me das caixas que ainda estão na cave dos meus pais!! Acho que preciso de comprar uma casa nova com uma divisão extra só para os meus livros, que isto está a ficar difícil de acomodar tudo!

segunda-feira, julho 10

: Particularidades à la Cláudia #9


Por norma não tenho grandes pudores quando falo, seja qual for o assunto. A única coisa que tenho em atenção é com quem estou a falar... Se estiver a falar com crianças modero mais as coisas que digo - por razões óbvias - mas se estiver a conversar com pessoas com as quais tenho confiança então falo sem qualquer filtro. 

Aconteceu há uns anos, durante a faculdade, estar na paragem do autocarro com umas amigas e, já nem me lembro como, a conversa foi parar ao tema menstruação. Enquanto elas falavam quase num sussurro eu falava naturalmente, mesmo sabendo que estava um senhor sentado um pouco mais ao lado. Elas faziam-me sinais e davam-me toques para que eu sussurrasse também mas eu entendi que não iria falar mais baixo, simplesmente porque o assunto era algo natural. Não é propriamente segredo que as mulheres passam todas pela menstruação uma vez por mês! Ora que quando entrámos no autocarro o senhor passou por mim e disse-me "Obrigado". Eu fiquei sem perceber e ele explicou-se. Tinha estado imensos anos no Brasil e lá, ao que parece, as mulheres não têm medo de falar sobre que assunto for. São mulheres sem tabus e ele reviu em mim um pouco do país que o acolheu, durante bastantes anos. Agradeceu-me por tê-lo recordado do porquê de gostar tanto do nosso país irmão. E eu fiquei comovida por ter tornado o dia daquele senhor mais feliz. Com uma simples conversa que as minhas colegas queriam que eu sussurrasse! 

São estas situações que me fazem ver que vale sempre a pena sermos nós próprios. Sem medos!

sábado, julho 8

: Dias cinzentos.


Eu sou uma pessoa naturalmente feliz. Gosto de sorrir, de brincar, de pregar partidas. Sou, na maioria dos dias, positiva. Vejo o copo cheio e estou sempre a fazer palhaçadas. Ser assim sempre me ajudou a ultrapassar os maus momentos sem ficar presa na letargia. Mas depois há dias em que me sinto mais em baixo. Há dias em que me permito ficar na cama, enroscada sobre mim, sem fazer nada em especial. Há dias em que me permito não sorrir e até chorar. Porque a vida não é perfeita. E aceitar isso é o primeiro passo para descobrir o equilíbrio ideal entre todos os sentimentos que habitam em nós. Há dias em que estou triste e me assumo como tal. Deito para fora o que tenho a deitar e recomponho a alma. No dia seguinte estou como nova, pronta para mais piadas certeiras. Sou uma pessoa feliz mas até as pessoas felizes têm direito aos seus dias de tristeza. Faz parte da vida. 

quarta-feira, julho 5

: Fiquei fã deste programa!


Quando a SIC anunciou este novo projecto - E agora o que é que eu faço? - fiquei curiosa. Pensei que fosse igual ao Querido Mudei a Casa mas mesmo estando dentro do mesmo tópico, remodelações, é um formato completamente diferente. Neste programa os candidatos ajudam na reforma da divisão escolhida e têm opção de escolher alguns dos elementos. Não é que eu tenha grande jeito para bricolage ou para design de interiores/exteriores mas fico sempre com vontade de reformar a minha casa, ainda que esta tenha sido remodelada antes de virmos para cá morar. É um programa que mostra que pessoas sem ligação alguma a construções podem reformular a sua casa sem gastar rios de dinheiro. É um programa real e que me apaixonou logo ao primeiro episódio! Recomendo a quem, como eu, goste de ver remodelações.

domingo, julho 2

: Ter um cão?! Dicas para futuros donos.

Os meus dois amores!

Quando se decide ter um cão há muitos factores a ponderar. A escolha deve ser feita, acima de tudo, depois de muita pesquisa. Deixo-vos alguns tópicos que poderão ajudar-vos a perceber se acrescentar um cão à vossa família é, sem dúvida, a melhor escolha.

1. Tenham atenção à raça que escolhem. Seja num canil ou diretamente a um criador escolham um cão que se adapte a vocês. Se, por exemplo, têm uma vida muito preenchida e gostam de passar o vosso tempo livre a descansar não escolham um cão que precise de muito exercício físico. Ou não escolham um cão por ser fofo sem se preocuparem se ele vai ficar do tamanho de um pónei, caso não tenham um espaço adequado para ele. Há raças que se adaptam bem a um apartamento, outras nem tanto. Não sejam precipitados.

2. Se pretenderem uma raça em especial estudem-na! Se tiverem uma raça em mente informem-se. Saibam quais as particularidades dela e todos os cuidados a terem, de modo a preparem-se. O truque é não ser apanhado desprevenido. Quando decidimos que iríamos querer um bouledogue francês estudámos tudo ao mais ínfimo pormenor. Posso dizer-vos que demorei mais de um ano até ir buscar o Floki e foi a nossa melhor decisão. Se forem buscar um cão sem raça definida tentem saber quais eram as raças dos pais, visto que desse modo conseguem saber um pouco mais do tipo de comportamento que podem esperar. A genética conta muito nestes casos!

3. Informem-se bem em relação aos criadores. Na maioria dos casos as pessoas preferem ir adotar a canis - algo que pretendo fazer no futuro - mas há quem recorra a criadores. Foi o que eu fiz. E porquê? Primeiro porque queria uma raça em específico que muito dificilmente se encontra em canis. Segundo - e sendo mais "egoísta" - porque nunca tinha tido um cão e queria a experiência de criar um desde bebé. Sendo assim pesquisei imensos criadores e começámos a perceber as diferenças entre eles. Acabei por ir buscar o meu patudo a uma criadora que ama cães em geral e que faz apenas uma ou duas ninhadas por ano. É uma criadora que está sempre disponível para nos receber e que nos atende a qualquer hora, sempre que temos alguma dúvida. 

A todos os que quiserem ir buscar um cão a criadores atenção à forma como eles lidam convosco. Se não vos quiserem receber no local onde têm os cães é uma alerta vermelho! Peçam para ver os pais dos cachorros e, acima de tudo, analisem bem as condições em que são criados. E, por favor, ponderem a saída do vosso cachorro antes dos três meses. Sei que a ânsia de o ter em casa é muita mas se saírem mais cedo do que essa idade não vão poder ir logo à rua e estão a restringi-lo num mau momento: na altura em que eles devem conviver com os irmãos para aprenderem mais do comportamento canino. Eles aprendem a ser cães com outros cães!!

Acima de tudo, não se deixem levar pelos preços mais baratos. Na maioria dos casos acaba por vos sair mais caro depois!

4. Preparem-se para o dinheiro que vão gastar. Veterinário. Vacinação. Desparasitantes internos. Desparasitantes externos. Ração. Biscoitos. Trelas. Coleiras/Peitorais. Brinquedos. Camas. Toda uma infinidade de pormenores que eu nem imaginava. Felizmente já existem muitas lojas online como, por exemplo, a Tienda Animal e a Loja do Cão que facilitam as compras e que nos poupam dinheiro! Se em alguns destes pontos dá para poupar, como nos brinquedos, há outros em que devemos ter atenção. Eu, pessoalmente, não compro ração de marca branca. Mas também não gasto rios de dinheiro. Procurei uma ração boa, para esta raça em específico, dentro de um bom preço. Ainda assim prefiro gastar um pouco mais e saber que não estou a arranjar problemas de pêlo ou de estômago ao meu cão. Nem todas as raças são iguais e, por exemplo, o cão dos meus pais come ração de marca branca. Daí ser de extrema importância informarem-se dos cuidados a ter com o vosso cão em específico!

5. Vão ter que apanhar o cocó do vosso cão! Se não estão disponíveis para manter a rua limpa então o melhor é nem terem um cão. Não há nada pior do que sairmos da nossa casa e termos xixi ou cocó mesmo à porta. Por duas vezes o meu cão não aguentou até à relva onde costumamos ir e fez xixi pelo caminho. Mas, por norma, ele só faz ou em casa ou no relvado. E, mesmo assim, apanho todo e qualquer cocó que ele faça. Para além de manter o espaço limpo - espaço esse que não sou a única a usar - é uma questão de civismo. Infelizmente a maioria dos donos de cães nem se preocupam em levar sacos quando vão passear. Isso diz muito de uma pessoa!

6. Ponham regras desde o início. Se, por exemplo, não querem que o cão suba para o sofá então nunca o deixem subir. Estabeleçam limites e sejam consistentes. Os cães, principalmente se forem bebés ainda, vão esticar a corda e testar-vos. Vão tentar ver até onde vocês dobram e irão fazer muitas patetices. Há que ter paciência e, acima de tudo, ser coerente. Eles agradecem porque assim saberão, ao certo, o que fazer e como se comportar.

7. O cão vai pertencer à vossa família. Adoptar um cão é um compromisso para a vida. Se não estão preparados para assumir isso então é melhor não darem esse passo. Têm que estar preparados para o melhor e para o pior! Acrescentar um cão à família é assumir que estaremos presentes mesmo se ele adoecer. Em contrapartida ele vai amar-vos sem segundas intenções. E é o melhor amor que poderão sentir.

8. Podem chegar a casa e terem coisas destruídas. Ainda antes de irmos buscar o Floki tomámos a decisão de que iríamos comprar um parque próprio para cães onde ele ficaria enquanto fôssemos trabalhar. Provavelmente ele até não iria estragar nada, tendo em conta o comportamento dele quando estamos em casa, mas preferimos não arriscar. Se a vossa decisão for deixar o vosso cão solto pela casa, quando não estão lá, então preparem-se porque poderão encontrar algumas surpresas. Ou até mesmo convosco em casa. Se o vosso cão for destruidor tentem arranjar brinquedos que o estimulem intelectualmente. Hoje em dia existem imensos brinquedos nos quais se podem pôr comida e que os mantêm entretidos durante muito tempo. Enquanto eles estiverem distraídos as vossas coisas estarão a salvo!!

9. A vossa casa nunca mais vai estar imaculada. Neste momento não tenho tapetes na sala, na cozinha e no corredor. Não só porque de vez em quando o Floki ainda se distrai em relação aos xixis - também ainda só tem seis meses - mas porque quando ele começa a correr durante as brincadeiras os tapetes ficam todos enrolados. Tenho jornais num espaço da cozinha para qualquer eventualidade. Tenho brinquedos espalhados pelo chão. O meu quarto foi adaptado para ele dormir junto à nossa cama. Se me importo? Nem por isso. Eu bem arrumo a casa, varro, aspiro, lavo o chão. Cinco minutos depois já tenho o chão patinhado ou pêlos no chão. Foi algo a que tive que me habituar e que teve que deixar de me fazer confusão. Mas nem todas as pessoas se adaptam a esta realidade. Ponderem bem este ponto!

10. Terão que dedicar tempo ao vosso cão. Não é só dar comida e levá-lo à rua. Há que dedicar tempo à relação humano/cão. Brincar com ele, dar-lhe carinho, escová-lo, limpar-lhe os ouvidos, ensinar-lhe truques, dar um passeio mais longo do que o normal. Os cães vão adorar-vos e irão fazer uma festa sempre que regressarem a casa, mesmo que só tenham saído por meia hora. Retribuam esse amor mostrando-lhes que também são especiais para vocês. A intensidade de um amor canino não dá para explicar. Se realmente quiserem adicionar um patudo à família estejam cientes de que o vosso cão irá precisar de muitos bens materiais mas a melhor coisa que lhe poderão dar é o vosso tempo; a vossa dedicação. Se assim for terão um melhor amigo para toda a vida!


Leitores que tenham cães... Mudariam alguma destas dicas? Acrescentariam alguma?