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A mostrar mensagens de Julho, 2017

: Sete.

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No dia em que o conheci soube logo que ele seria especial na minha vida. Soube logo que seria no seu abraço que encontraria paz. Entrelaçar os meus dedos nos dele foi algo tão natural que parecíamos ser um prolongamento um do outro. E naquela tarde, num dia quente de Julho, olhei-o nos olhos e soube que era ele. Nunca tive dúvidas ou receios. Juntos, ao longo destes sete anos, superámos discussões e momentos tristes. Criámos boas memórias, tirámos fotografias, viajámos. Comprámos casa e mostrámos a todos - e principalmente a nós mesmos - que crescemos. Soubemos esperar pelos momentos certos e fizemos escolhas ponderadas. Deixámos de ser os adolescentes que se conheceram aqui no blogue e que marcaram um encontro sem sequer verem a fotografia um do outro. Deixámos de ser esses adolescentes que cometiam loucuras e aprendemos a encontrar o equilíbrio na nossa relação. O amor cresceu e a paixão continua connosco. Criámos fundações sólidas e decidimos, este ano, aumentar a nossa família. Ho…

: Recados à Macaquinha [26]

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Posso não ter a melhor voz do mundo mas irei embalar-te com as mais belas músicas que conhecer. Irei mostrar-te a beleza de dançar pela casa, de pés descalços e corpo leve. Irei abraçar-te e rodopiar-te, para te fazer rir. Imagino-te a experimentares tocar no piano, com os teus dedos pequenos. Talvez acabes por apaixonar-te pela música como eu me apaixonei. Irei mostrar-te músicas dos mais diferentes estilos na esperança de que encontres nelas um mundo só teu, onde consigas relaxar. Quem sabe não acabemos as duas por cantar juntas, como eu fazia com a tua avó nas nossas viagens de carro. Espero criar momentos que tenhas prazer em recordar, quando chegares à minha idade. Espero deixar em ti o bichinho da música que tanto me ajudou a superar momentos maus. Espero - e desejo, confesso - que gostes desta arte tanto quanto eu. Porque a verdade é que a música vai correr-te nas veias. E há coisas que não conseguimos evitar!

: Como não gostar dos vilões?!

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Quem me segue há mais tempo já deve ter percebido que eu tenho uma grande queda por cover's! Especialmente se estas forem de músicas da Disney, que todos conhecemos. Na semana passada descobri o vídeo que vos irei mostrar e dei por mim a trautear todas as músicas. Todos gostamos que os heróis saiam vitoriosos mas um bom vilão é sempre preciso para dar um abanão. E - se repararem com atenção - costumam ser eles a terem algumas das melhores músicas... Eu cá tenho um pequeno fraco pelos vilões!

: Home Sweet Home #7

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Gosto da minha casa num geral, senão claro que não a teria escolhido. Mas, logo na primeira visita, apaixonei-me pela casa-de-banho. Gosto da conjugação de azulejos que fizeram e que não enjoam ao fim de algum tempo. Gosto dos tons - creme e cinzento - que utilizaram e que acabámos por transportar para a restante casa tornando a decoração mais harmoniosa. A única coisa que não me agrada totalmente é o móvel/lavatório que sinto que tem pouca arrumação e que gostava que fosse um pouco diferente. Nada que não se resolva comprando um novo, quando necessário. Deixo-vos algumas inspirações que gostei de ver para, quem sabe, um dia mudar algumas coisas!

: A música original já era boa #2

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Quem não conhece a intemporal valsa da Bela e o Monstro? É uma das mais belas músicas da Disney e os Postmodern Jukebox com a Aubrey Logan fizeram uma cover digna de ser partilhada. Deixaram-me rendida!

: Cinco vezes em que devia ter estado calada!

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Há momentos em que falamos sem pensar bem no que dizemos. Ou que temos verdades absolutas antes sequer das situações nos acontecerem. É normal e o importante é saber reconhecer quando estamos errados. O importante é aceitar que estamos sempre a aprender coisas. E o que hoje é uma verdade para nós, amanhã pode já não o ser. Deixo-vos a lista das vezes em que já mordi a língua! 
1 - Nunca terei uma placa na cozinha em vez de um fogão. Quando vim ver a minha casa esta já tinha a cozinha equipada. Como no prédio não há instalação de gás natural a antiga dona, que fez as remodelações, colocou tudo a electricidade. Placa, forno e caldeira. Quando vi a placa torci o nariz porque pensei que fosse gastar imenso dinheiro em luz. Enganei-me redondamente. Gasto o mesmo do que se tivesse luz/gás e já não trocava a placa por nada. É rápida e super fácil de limpar! 
2 - Não preciso de máquina de lavar loiça. Mais uma coisa que vinha com a casa e que eu pensei que nunca iria utilizar. Aliás, demorei me…

: Era isto que eu precisava.

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Um refúgio perdido na natureza onde pudesse estar em paz com os meus dois amores. Um refúgio à beira rio onde pudesse ler tudo aquilo que não consigo ler durante todo o ano e onde os meus pés estivessem sempre frescos. Precisava de me desligar de tudo, reencontrar-me na minha pequena família. Tudo o resto é secundário.

: Procura-se....

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... amante de livros que esteja disposto a adoptar parte da minha já extensa coleção! No fim-de-semana tive que reorganizar a minha estante de modo a incluir todos os livros infantis que adquiri durante o ano e que estavam no trabalho. Conclusão: quase que não tenho espaço livre e teimo em lembrar-me das caixas que ainda estão na cave dos meus pais!! Acho que preciso de comprar uma casa nova com uma divisão extra só para os meus livros, que isto está a ficar difícil de acomodar tudo!

: Particularidades à la Cláudia #9

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Por norma não tenho grandes pudores quando falo, seja qual for o assunto. A única coisa que tenho em atenção é com quem estou a falar... Se estiver a falar com crianças modero mais as coisas que digo - por razões óbvias - mas se estiver a conversar com pessoas com as quais tenho confiança então falo sem qualquer filtro. 
Aconteceu há uns anos, durante a faculdade, estar na paragem do autocarro com umas amigas e, já nem me lembro como, a conversa foi parar ao tema menstruação. Enquanto elas falavam quase num sussurro eu falava naturalmente, mesmo sabendo que estava um senhor sentado um pouco mais ao lado. Elas faziam-me sinais e davam-me toques para que eu sussurrasse também mas eu entendi que não iria falar mais baixo, simplesmente porque o assunto era algo natural. Não é propriamente segredo que as mulheres passam todas pela menstruação uma vez por mês! Ora que quando entrámos no autocarro o senhor passou por mim e disse-me "Obrigado". Eu fiquei sem perceber e ele explicou-s…

: Dias cinzentos.

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Eu sou uma pessoa naturalmente feliz. Gosto de sorrir, de brincar, de pregar partidas. Sou, na maioria dos dias, positiva. Vejo o copo cheio e estou sempre a fazer palhaçadas. Ser assim sempre me ajudou a ultrapassar os maus momentos sem ficar presa na letargia. Mas depois há dias em que me sinto mais em baixo. Há dias em que me permito ficar na cama, enroscada sobre mim, sem fazer nada em especial. Há dias em que me permito não sorrir e até chorar. Porque a vida não é perfeita. E aceitar isso é o primeiro passo para descobrir o equilíbrio ideal entre todos os sentimentos que habitam em nós. Há dias em que estou triste e me assumo como tal. Deito para fora o que tenho a deitar e recomponho a alma. No dia seguinte estou como nova, pronta para mais piadas certeiras. Sou uma pessoa feliz mas até as pessoas felizes têm direito aos seus dias de tristeza. Faz parte da vida.

: Fiquei fã deste programa!

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Quando a SIC anunciou este novo projecto - E agora o que é que eu faço? - fiquei curiosa. Pensei que fosse igual ao Querido Mudei a Casa mas mesmo estando dentro do mesmo tópico, remodelações, é um formato completamente diferente. Neste programa os candidatos ajudam na reforma da divisão escolhida e têm opção de escolher alguns dos elementos. Não é que eu tenha grande jeito para bricolage ou para design de interiores/exteriores mas fico sempre com vontade de reformar a minha casa, ainda que esta tenha sido remodelada antes de virmos para cá morar. É um programa que mostra que pessoas sem ligação alguma a construções podem reformular a sua casa sem gastar rios de dinheiro. É um programa real e que me apaixonou logo ao primeiro episódio! Recomendo a quem, como eu, goste de ver remodelações.

: Ter um cão?! Dicas para futuros donos.

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Os meus dois amores!
Quando se decide ter um cão há muitos factores a ponderar. A escolha deve ser feita, acima de tudo, depois de muita pesquisa. Deixo-vos alguns tópicos que poderão ajudar-vos a perceber se acrescentar um cão à vossa família é, sem dúvida, a melhor escolha.
1. Tenham atenção à raça que escolhem. Seja num canil ou diretamente a um criador escolham um cão que se adapte a vocês. Se, por exemplo, têm uma vida muito preenchida e gostam de passar o vosso tempo livre a descansar não escolham um cão que precise de muito exercício físico. Ou não escolham um cão por ser fofo sem se preocuparem se ele vai ficar do tamanho de um pónei, caso não tenham um espaço adequado para ele. Há raças que se adaptam bem a um apartamento, outras nem tanto. Não sejam precipitados.
2. Se pretenderem uma raça em especial estudem-na! Se tiverem uma raça em mente informem-se. Saibam quais as particularidades dela e todos os cuidados a terem, de modo a preparem-se. O truque é não ser apanhado desprev…