quinta-feira, setembro 28

: O que realmente importa.


Já lá vai o tempo em que me preocupava com o facto de não ter um grande grupo de amigos. Tenho meia dúzia de pessoas importantes e basta-me. Cheguei a uma fase da minha vida em que me limito a retribuir aquilo que os outros me dão. Deixei-me de rótulos e vivo, sem grandes preocupações. Vivo de bem com a vida e com aqueles que me trazem positivismo. Afasto-me das pessoas tóxicas e de todas aquelas que não mostram interesse. Cansei-me. De lutar, de ir atrás, de ser a totó de serviço. Já não sou uma miúda que precisa de validação de um grupo de amigos. Sou sim uma mulher que gosta de se rodear de quem lhe faz bem, sem grandes obrigações. Tenho comigo pessoas com quem posso até não falar durante um mês mas, ainda assim, tudo é igual. E isso, para mim, são verdadeiros amigos. 

12 comentários:

  1. Querida isso dos grupos dá sempre mau resultado. Mais vale termos poucos, mas de boa qualidade e isso sim importa :)

    Beijinho || Daniela Silva | Blog

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  2. Como se costuma dizer poucos mas bons :P

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  3. Identifiquei-me com este texto do início ao fim! Encontro-me, exatamente, da mesma maneira. Não me incomoda minimamente não ter um grupo de amigos vastos. Importo-me, sim, em preservar aqueles que sei que vieram por bem. Nem sempre é fácil, sobretudo quando nos damos por inteiro, deixar de «ir atrás», porque as pessoas nos significam algo, mas depois percebemos que não temos que ser sempre nós.

    r: Concordo :)

    Não sei se ainda se encontra disponível, por ter sido lançada pelo Expresso e pela Visão em 2015, mas é uma questão de entrar em contacto, pode ser que ainda existam exemplares.

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  4. Subscrevo. Tenho aprendido imenso no último ano acerca das amizades, fico triste mas mais feliz a longo prazo. Beijinhos*

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  5. O meu grupo também é pequenino e não sou a pessoa mais social do mundo, que tem dezenas de pessoas. Mas todos eles são especiais e importantes para mim, incríveis, querem sempre o meu bem, são positivos e eu admiro-os muito - e tento ser precisamente a mesma pessoa para eles. E é isso que importa. Não podemos ter medo de nos despedirmos de pessoas tóxicas (mesmo aquelas que não o fazem de propósito, porque também as há) nem vergonha de contarmos amigos com os dedos da mão. O que importa é que, nos momentos de socorro, eles venham apagar o fogo connosco e, nos momentos de vitória, brindem connosco, genuinamente felizes pela nossa felicidade :)

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  6. Concordo totalmente! Ter connosco os que realmente são importantes para nós basta. Amigos acessórios? Não, obrigada.

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  7. O que importa é teres pessoas que sabes que vão estar sempre lá, os rótulos são meros rótulos.
    Devemos, tal como dizes, rodear-nos de pessoas boas, de pessoas que nos fazem bem e afastar as pessoas que nos transmitem más energias.
    Beijinhos :)

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  8. Identifico-me :) deve ter a ver com a idade, talvez..?!

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  9. Somos duas ! Como se costuma dizer, só faz falta quem está .

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  10. Quem é nosso amigo de verdade, estará sempre lá, independentemente do tempo e distância a que estejamos. Mas é algo que eu falo muito no blog e no meu dia-a-dia: com o tempo e a idade percebemos quem nunca se importou connosco e contamos os amigos pelos dedos. Sigo exactamente a mesma política que tu: respondo quando me falam, mas se vejo que não há "nada" ali, nem me ralo.
    Gostei muito do teu cantinho :D
    Make it flower

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  11. Sempre tive muitos amigos, mas não "muitos amigos" como os meus amigos tinham. Vivi sempre em grupo. Na primeira eramos duas, depois três. Na entrada no segunda ciclo o grupo já era de 4 ou 5 e assim foi ficando. No secundário os grupos aumentam e diminuem conforme os interesses e as fases de cada um. À entrada na faculdade tinha 2 amigos daqueles para a vida, à saída mais uns 5 e são esses que permanecem.

    Não vivemos próximos uns dos outros nem nos falamos todos os dias, mas sei que aqueles são para a vida. Estas cinco ou seis pessoas são aquelas com quem eu posso contar e basta-me. Ainda hoje dois deles vêem cá à terrinha só para estarem connosco e dou muito valor a isso. Na vida só devemos manter quem nos faz bem e quem faz por nós o que faríamos por eles. Reciprocidade é a chave. Chega de correr atrás de quem não nos quer da mesma forma que os queremos a eles. Menos é mais!

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À noite gosto de contar as estrelas que estão no céu e de ver por onde anda a Lua. E tu do que gostas?