domingo, maio 27

: Corpo de praia? O que é isso?



Sempre tive muitos complexos com o meu físico e isso fez com que passasse a adolescência cheia de inseguranças. O pior de tudo? Era eu quem mais me rebaixava. Era eu que me escondia, mesmo que ninguém me apontasse o dedo. Foi já tarde - durante a faculdade - que aprendi a aceitar-me, muito graças ao David. Aprendi a aceitar a celulite, as estrias, os pêlos nos braços. Aprendi a aceitar que não vou agradar a todos e que só me devo preocupar em agradar-me somente a mim. Já fui magra - numa determinada fase até demasiado magra - e agora estou mais redodinha. Posso dizer-vos, sem mentiras, que me sinto melhor agora, mesmo vestindo o 42/44. Sou feliz, aceitei-me, consigo descomplicar. Tenciono perder algum peso por questões de saúde mas nunca por imposição da sociedade. Não faço dietas malucas, não me preocupo só porque é verão. Compreendo o meu corpo e isso basta-me. Chegou a altura de aceitar que a perfeição não existe!!

8 comentários:

  1. Os números não nos definem. Somos bem mais que isso e acho muito bem que estejas feliz e te aceites tal e qual como és, o peso não define quem somos. Mais importante do que o peso é estarmos saudáveis e a nossa alimentação deve ter em conta isso, não os apenas os quilinhos a mais.
    Se estás feliz, é isso que importa :)

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  2. Não há coisa pior do que viver obcecado com o aspeto da "embalagem", sobretudo aquelas pessoas que não valem o papel do embrulho. É mais uma doença da moda, porque não acredito que alguém possa ser feliz a fazer dietas forçadas. Devemos fazer uma alimentação o mais saudável possível, mas sem stress, sem a angústia de não podermos dar uma facadinha na dieta.
    Olha, eu nunca fui muito dessas coisas, a não ser pela saúde mas, como costumo dizer, já perdi a esperança de morrer saudável e como de tudo. Admito que nem sempre nas quantidades adequadas (sou lambão eheh), mas é menos uma preocupação a dar-me cabo da cabeça.

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  3. Esse processo de aceitação é fundamental, até porque só assim poderemos fazer as coisas por nós e não por essa imposição da sociedade.
    Levei algum tempo até conseguir dizer o mesmo, mas quando compreendi que não é o meu corpo que me define, houve uma espécie de libertação. Também pretendo perder peso, mas de forma consciente e ao meu ritmo. Precisamente por ser a saúde o mais importante e não a parte estética da nossa silhueta

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  4. Esta pressão que muitas pessoas sentem, sobretudo com a chegada do verão e uma maior exposição do corpo, deixa-me triste sobretudo porque não deveria ser a aprovação dos outros que nos interessa. Mas sei bem o que é sentir o que é "não corresponder".
    Fico muito feliz por ti e por aceitares e amares o teu corpo como é, porque é mesmo disso que este mundo precisa: pessoas que se aceitam.
    Beijinhos

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  5. Eu ainda sou cheia de complexos de mim mesma e está difícil de ultrapassar, mas aos poucos espero conseguir!!! Não para chegar ao " Corpo de Praia " que tanto se fala, mas para chegar ao meu conforto!!

    Beijinhos
    https://titicadeia.blogspot.pt/

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  6. O amor-próprio é das coisas mais importantes da vida, e sem dúvida que aceitar o nosso corpo como é e o nosso ser não é fácil, mas é um trabalho diário! Essencialmente acho que devemos melhorar sempre por nós, e nunca pelos outros!
    Beijinho, Ana Rita*
    BLOG: https://hannamargherita.blogspot.com/ || INSTAGRAM: @rititipi || FACEBOOK: https://www.facebook.com/margheritablog/

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  7. Pois não existe mas criamos na nossa cabeça o corpo perfeito! Serás sempre "criticada" por ser magra ou gorda, olhos grandes ou pequenos, cabelo castanho ou preto... nunca vais agradar a todos e só tens de agradar a uma: a ti! Se gostares de ti não há ninguém no mundo que te abale! E isso é tão bom! :')

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  8. nem sempre é fácil aceitar o corpo que temos.. as expectativas são muitas.. mas é tão bom qdo conseguimos aceitar o nosso corpo.. eu sinceramente ando aqui na luta com isso..

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À noite gosto de contar as estrelas que estão no céu e de ver por onde anda a Lua. E tu do que gostas?