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quinta-feira, dezembro 13

: Séries | The Carmichael Show


Esta série, apesar de já ter terminado em 2017, estreou há cerca de quinze dias na Fox Comedy e é uma verdadeira lufada de ar fresco, algo que a minha lista já andava a precisar. É o retrato de uma família sem papas na língua e que fala de qualquer assunto, sem tabus. 

Esta é uma série não recomendada a quem se ofenda facilmente e que me tem roubado muitos risos. Aborda temáticas ainda bastante atuais e apesar de ser maioritariamente cómica também tem os seus momentos de reflexão. É, para mim, o equilíbrio perfeito que eu preciso ao final do dia para relaxar do dia de trabalho. Durante o jantar pomos sempre o episódio desse dia e deixamos a mente descontrair. A minha personagem favorita? Claramente o patriarca,  Joe, sempre com saídas oportunas e certeiras.

Dêem uma oportunidade para que esta família entre em vossa casa e vos roube umas gargalhadas. Eles merecem!! 

quinta-feira, outubro 18

: Home Cinema | A fábrica de nada.

Ano de Lançamento: 2017

Sinopse: Esta é a história de um grupo de operários que tenta salvaguardar os seus postos de trabalho e evitar o encerramento de uma fábrica através de um sistema de autogestão colectiva. Quando se apercebem que a administração está a roubar máquinas e matérias-primas, os trabalhadores decidem organizar-se para impedir o deslocamento da produção. Como forma de retaliação, enquanto decorrem as negociações para os despedimentos, os patrões obrigam-nos a permanecer nos seus postos, sem nada que fazer.

Os meus pais já me tinham falado neste filme mas acabei por ir adiando vê-lo, principalmente porque é raro encontrar filmes portugueses online. Ou pelo menos com uma boa qualidade de imagem. Eis que ele surge na programação do TvCine 2, na passada terça-feira. Foi a oportunidade ideal. Ganha logo pontos só pelo facto de ser um filme português, premiado em dois festivais de cinema (Cannes e Munique), o que prova que não é só o cinema internacional que vence no estrangeiro. Mas conquistou o meu coração por representar a realidade que aconteceu numa unidade fabril da minha cidade. As gravações foram realizadas na cidade onde vivo desde que nasci, facto que me encheu de orgulho e que me dá uma sensação de nostalgia. A história retratada foi construída de forma bastante realista e podemos ver tudo aquilo que aconteceu, há tantos anos atrás, num tempo em que eu ainda não era nascida. Podemos ver a forma como os operários se uniram e tudo aquilo que conseguiram conquistar. Podemos ver como o passado e o presente se unem de forma tão forte, sendo este um acontecimento transversal ao futuro que tantas fábricas poderão atravessar. É um filme com bastantes altos e baixos mas que vale a pena pelo facto de ser nacional. Peguem num balde de pipocas, puxem para trás na linha do tempo e conheçam um bocadinho mais da minha cidade!

terça-feira, agosto 21

: Para todos os potterheads!


Não sei do que gostei mais... Se da voz dela (fantástica), se do facto de utilizar uma das músicas que mais gosto da Disney, se da forma inteligente como construiu esta letra que se encaixa perfeitamente na desprezível Dolores Umbridge. Muito talento num só vídeo!

sexta-feira, agosto 17

: Home Cinema | Uma história real.

2017

No fim-de-semana passado estávamos a fazer zapping (apanhamos os filmes bons quase todos assim) quando percebemos que estava a dar este filme na Sic. Voltámos ao início e ficámos presos a todos os minutos do filme. É uma história verídica baseada num livro escrito por um dos seguranças privados do rei da Pop, descrevendo os últimos anos da sua vida

O filme é uma autêntica montanha russa. O amor que Michael Jackson tinha aos filhos era maravilhoso e eles eram a sua maior preocupação. Tentava defendê-los do mundo exterior, dos jornalistas intrometidos, da fama que eles não tinham pedido. Procurava resguardá-los, dando-lhes a vida mais normal possível. Os últimos anos da vida de Jackson não foram fáceis e era de partir o coração ver todos os contratempos que aconteciam e que o foram deitando abaixo, mês após mês. A falência, os fantasmas do passado, as inseguranças. No meio de toda essa tempestade os seus dois seguranças nunca deixaram de estar a seu lado, procurando levá-lo a bom porto. Mesmo quando se viram afastados pela manager do seu patrão tentavam, a todo o custo, continuar em contacto com ele. Era neles que Michael confiava cegamente, para protegerem a sua família de tudo.

Todos sabemos como acabou a história de Michael mas, ainda assim, este é um filme que nos conta pormenores que não sabíamos. Que nos mostra como era a dinâmica familiar e de que forma o passado de Michael influenciou o seu presente e o futuro dos seus filhos. Que nos mostra todos os planos que ficaram por realizar. Tudo o que ficou por fazer. É uma história real, que poderia ser de qualquer um.

sexta-feira, maio 25

: Home Cinema | Dois filmes para descontrair.

Título: Maleficent
Ano: 2014


Sinopse: Esta não é a história da Bela Adormecia que todos conhecemos. A que vai ser aqui contada é a de Maléfica, a fada má cuja maldição induziu a princesa Aurora a um sono profundo, de onde apenas pôde despertar após 100 anos, depois de ser beijada por um príncipe. O que se pretende perceber são as intenções de Maléfica ao amaldiçoar Aurora. Pura maldade e prazer no sofrimento? Talvez não. Contudo, à medida que a princesa Aurora cresce no bosque, longe dos perigos do reino a que pertence, vê-se num conflito entre o ambiente da floresta que aprendeu a amar e o do humano de onde provém. Maléfica percebe então que a menina pode vir a ser a solução para a paz entre os dois reinos, vendo-se assim forçada a tomar decisões que irão alterar, para sempre, ambos os mundos...

Opinião: Todos conhecemos a história da Bela Adormecida, mais antiga que muitos de nós, mas na história tradicional pouco se fala de Maléfica. Normalmente aparece, lança a fatídica maldição e desaparece. Este filme mostra o outro lado. Mostra a história de Maléfica, o seu passado, o porquê da maldição. Pode não parecer mas é uma história de amor, cujo final nos aquece o coração. É um filme onde a maldade depressa se dissipa e dá lugar a bons sentimentos. Eu já tinha um certo fraquinho pela Maléfica mas graças a este filme tornou-se a minha malvada favorita!! E eu que nem sou grande fã da Angelina Jolie adorei vê-la no papel. Um filme maravilhoso!!


Título: The Emoji Movie
Ano: 2017

Sinopse: Gene é um emoji a viver em Textopolis, uma cidade situada dentro do "smartphone" de Alex, um adolescente como tantos outros. O maior desejo de cada um dos pequenos emojis é ser usado como código de emoções humanas. Contudo, ao contrário dos colegas, Gene não consegue controlar as suas expressões. É então que resolve fazer uma viagem até à "cloud", pelas mais diversas aplicações do telemóvel, de forma a encontrar o código que o faça adquirir a expressão do ícone "meh", tal como os seus antepassados. Pelo caminho, vai conhecer Hi-5, um ícone outrora muito famoso mas que se tornou obsoleto devido à falta de uso; e Rebelde, uma emoji de espírito revolucionário com imensos conhecimentos de informática. Porém, tanta actividade faz com que o jovem Alex desconfie que o seu telemóvel esteja infectado com vírus e queira formatar o aparelho. Isso vai colocar em causa não só a segurança dos três amigos mas toda a existência de Textopolis.


Opinião: Não tinha grandes expectativas em relação a este filme mas conseguiu roubar-me bastantes risos. Ao longo da animação conseguimos finalmente rever situações do dia-a-dia, principalmente quando são mostradas aplicações como o facebook ou o youtube.  Dei por mim a pensar que era giro se a realidade dentro do nosso telefone fosse mesmo assim! Este filme não é uma obra de arte, com algumas piadas muito básicas, mas prendeu-me do início ao fim, curiosa por ver o que se seguiria. Fiquei fã destes emojis!

sábado, maio 12

: Não consigo perceber!

Como é que passámos disto:



Para isto??



Nada contra as cantoras ou contra os países em questão mas como é que o ano passado as apostas estavam todas nos irmãos Sobral - com o seu estilo intimista que conquistou o mundo - e este ano estão nestes dois países, que de sóbrios nada têm? Com tantas boas músicas que foram eliminadas nas duas semi-finais vai ser uma grande desilusão se ganhar uma destas duas. 

As minhas favoritas? Portugal (claro!)Estónia, Áustria, Moldávia, Ucrânia, Bulgária (mais alguém viu a semelhança aos Pentatonix??!!) , Alemanha, Espanha, Itália e Irlanda.


Que venha daí a grande final!

sábado, abril 14

: Home Cinema | Aos três de cada vez

Os fins-de-semana têm sido muito produtivos no que diz respeito a ver filmes. Aproveito a oferta variada de canais que temos e acabamos sempre por conseguir escolher diversos filmes dos quais nem nunca tínhamos ouvido falar. 

Título: Terapia de choque
Ano: 2003

Sinopse: Depois de um mal-entendido a bordo de um avião, Dave Buznik (Adam Sandler), um tímido homem de negócios, é obrigado pelo tribunal a frequentar uma terapia de choque para controlar ataques de raiva. Dave começa por reagir de forma relutante ao tratamento do Dr. Buddy Rydell (Jack Nicholson), mas quando o especialista se muda para a sua casa torna-se impossível continuar a fugir aos tratamentos pouco ortodoxos de Buddy.

Opinião: Eu tenho uma relação de amor/ódio com o Adam Sandler. Há filmes dele que adoro e que têm um humor inteligente; No entanto há outros tão parvos que uma pessoa até fica com vergonha alheia. Este é um dos filmes que gostei, apesar de ter partes em que uma pessoa pensa que estão todos malucos. Aborda a temática da raiva: não só aquela que exteriorizamos mas também aquela que guardamos dentro de nós e que não deixamos sair. É mesmo por isso que Dave tem que enfrentar a terapia de choque, por deixar-se consumir pela raiva sem a demonstrar. As técnicas adotadas pelo psiquiatra são muito pouco ortodoxas mas fazem com que olhemos para a nossa própria vida. Passamos a vida a correr, a acumular tarefas, a engolir sapos, a gerir momentos de raiva que não podemos demontrar. E isso acaba por prejudicar-nos, a todos os níveis. Buddy ajuda Dave no filme e acaba por nos dar pistas a nós, meros espectadores, de como devemos abrandar. De como devemos exprimir-nos. Claro está que não o devemos fazer tal como eles o fazem no filme - seria mau demais - mas a verdade é que acumular tudo só faz com que a explosão seja bem pior no futuro. Há que arranjar estratégias para nos mantermos equilibrados.

Título: Espião nas horas vagas
Ano:

Sinopse: Bob Ho (Jackie Chan) é um espião da CIA que decide deixar os perigos da profissão para poder assentar com Gillian (Amber Valletta), sua namorada e vizinha. Quando Gillian tem de sair da cidade, Bob voluntaria-se para ficar com os seus três filhos, acreditando conseguir levar a bom termo a sua mais difícil missão: conquistar a simpatia dos futuros enteados. Mas a missão parece quase impossível pois as crianças estão dispostas a tudo para o fazer desistir do casamento. Tudo se complica mais ainda quando um deles faz, inadvertidamente, o download de um código ultra-secreto, levando uma rede de terroristas russos a fazer de tudo para os apanhar. Agora, para sobreviver, Bob e os três pequenos vão ter de pôr de lado as suas diferenças...

Opinião: Já tinha visto este filme há uns anos atrás mas decidi vê-lo outra vez, já que sou fã assumida do Jackie Chan. Não me arrependi nada de rever este filme que consegue roubar-me bastantes gargalhadas. Nele vemos um Jackie Chan que alterna entre duas vidas paralelas: numa é um espião chinês a trabalhar na CIA; noutra é uma pessoa simples com um trabalho banal. Nessa sua vida banal namora com a vizinha e tem a difícil tarefa de fazer os três filhos dela aceitarem-no. Acaba por ser graças à sua vida secreta que conseguirá aproximar-se das crianças, mudando a vida de todos. É um filme com muitas acrobacias - às quais o Chan já nos habituou - e com momentos cómicos. Dá para passar um bom tempo.
Título: O número
Ano: 2015

Sinopse: Max Rosenbaum (Martin Landau) é um sobrevivente a um campo de concentração que não consegue esquecer o passado. Com 80 anos e a viver num lar de idosos há já vários anos, ainda não desistiu de se vingar de Otto Walisch, o homem responsável pela sua detenção e pela morte de toda a sua família. Mas, como está preso a uma cadeira de rodas, vê-se incapaz de resolver a questão sozinho. Por isso, pede a Zev Guttman (Christopher Plummer), o colega de quarto, para tratar do assunto. O grande problema é que Zev, apesar de estar bastante bem em termos físicos, sofre de Alzheimer e as suas falhas de memória têm-lhe causado grandes complicações nos últimos tempos. Percebendo que o tempo urge e que não podem esperar muito mais, Max faz algo um pouco inconsequente: anota todas as instruções numa carta para que Zev as possa seguir meticulosamente.

Opinião: Confesso que quando li a sinopse estava à espera de outro género de filme. Não que tenha sido mau mas é um filme um pouco e parado e fiquei com a sensação que teria muito mais para explorar. Ainda assim aborda a forma como os militares SS conseguiram escapar dos campos de concentração sem serem mortos ou presos, usurpando a identidade de judeus assassinados nos diversos campos de concentração. Vemos a incansável procura por um militar em específico, responsável por centenas de mortes, tendo Zev que aguentar muitas surpresas pelo caminho. O final deixou-me de boca aberta e fez-me rever tudo o que tinha visto anteriormente, tentando encontrar um momento em que nos tivesse sido dada uma pista de que aquilo poderia acontecer. Não é um filme brilhante mas ganha alguns pontos positivos pela reviravolta no final. Se têm interesse na temática da segunda guerra mundial e do holocausto então deverão gostar do filme.

quinta-feira, março 29

: Home Cinema | Aos três de cada vez

Título Original: Knight & Day
Ano: 2010

Sinopse: Nesta comédia de acção Tom Cruise é um agente secreto enviado numa missão que nunca foi suposto terminar e Cameron Diaz é uma mulher apanhada desprevenida entre o agente e aqueles que ele afirma terem-lhe armado uma cilada. À medida que a sua aventura mundial irrompe num labirinto de encruzilhadas, falsas identidades e fugas impossíveis, acabam por chegar à conclusão de que só podem contar um com o outro.

Opinião: Calhou estarmos com a televisão ligada quando começou o filme e acabei por vê-lo. Não costumo gostar de filmes de acção mas este é leve e até me cativou por ter um lado cómico. Tem momentos muito estranhos e em certas ocasiões apeteceu-me bater na Diaz por continuar a cometer sempre os mesmos erros. É um filme previsível mas, ainda assim, agradável de ver. 

Título Original: Pixels
Ano: 2015

Sinopse: A humanidade sempre buscou vida fora da Terra e, em busca de algum contato, enviou imagens e sons variados sobre a cultura terrestre nos mais diversos satélites já lançados no universo. Um dia, um deles foi encontrado. Disposta a conquistar o planeta, a raça alienígena resolveu criar monstros digitais inspirados em videogames clássicos dos anos 1980. Para combatê-los, a única alternativa é chamar especialistas nos jogos.

Opinião: Neste filme os papéis invertem-se e os heróis são os nerds, que demonstram capacidades que muitas vezes são ignoradas por todos os outros. Revivemos jogos dos anos 80 e o planeta terra torna-se num gigantesco jogo de arcade. Tem alguns clichés típicos destes filmes de comédia mas mesmo assim conseguiu cativar-me do início ao fim. Nunca sabemos que jogo virá a seguir e de que forma eles terão que jogá-lo. É um filme divertido, principalmente para quem gosta de jogos de arcade. Adorei!

Título Original: The best of me
Ano: 2014

Sinopse: Amanda e Dawson apaixonaram-se perdidamente na primavera de 1964. Ela, uma adolescente bonita e de uma família tradicional, via no namorado um porto seguro para toda a sua paixão e o seu espírito livre. Separados pelo destino, cada um seguiu o seu caminho até que, após 20 anos, um encontro inesperado traz à tona sentimentos que estavam perdidos no passado.

Opinião: Eu não sou a maior fã de Sparks, apesar de o achar um escritor brilhante. Li um livro dele e vi apenas duas adaptações cinematográficas dos seus livros. O porquê? Fico sempre de coração partido com o final das histórias e irritada porque as personagens normalmente não têm direito ao seu final feliz. Quando comecei a ver este filme não associei logo ao escritor e só passado um bocado é que me lembrei que a minha mãe tinha na sua colecção um livro com este exato título. Nessa altura já estava tão absorvida pelo filme que não havia volta a dar. Os actores fizeram um trabalho brilhante e transmitiram tanta emoção que parece que estamos com eles a viver aqueles momentos. É uma história de amor que demonstra a realidade e que apela às segundas oportunidades. Divide-se entre o passado - o amor adolescente - e o presente - um amor mais maduro, um reencontro muito desejado. O final é uma reviravolta que não esperava mas que me deixou um sabor amargo e que me fez perguntar mil vezes porquê? É verdade, não sou a maior fã de Sparks. Mas esta adaptação de um livro dele fez-me ficar acordada até de madrugada, quando por norma adormeço nos primeiros minutos do filme. Só pode ser bom. Agora tenho mesmo que ler o livro!

sexta-feira, março 23

: Home Cinema | Ferdinand


Este filme é tão especial que merece um texto de opinião dedicado somente a ele.

Ferdinand (2017)

Sinopse: Apesar da sua figura imponente e algo assustadora, o touro Ferdinand tem um coração generoso e sensível. Ao contrário da maioria dos machos da sua espécie, ele prefere a calma e a tranquilidade da quinta onde vive a adrenalina das corridas de touros tão famosas em Espanha, o seu país-natal. Tudo lhe corre de feição até ao dia em que, por lapso, acaba por ser seleccionado para combater nas touradas de Madrid. No lugar para onde ele é levado, Ferdinand acaba por fazer grandes amigos, mas em nenhum momento esquece o seu maior objectivo: encontrar uma forma de voltar para Nina, uma menina meiga que é também a sua melhor amiga…

Opinião: Assim que vi o trailer deste filme sabia que o iria amar e a verdade é que não me enganei. É uma animação apaixonante desde o início ao fim e que pretende demonstrar que todos os animais têm sentimentos, mesmo que não os possam expressar através da fala. Apesar de morar numa zona ribatejana - onde as corridas de touros e as largadas são amadas por muitos - nunca consegui gostar dessa tradição e acho um puro desrespeito pelos animais. Muitos dizem que os animais não se magoam e que é um espetáculo bonito mas não me convencem. Não consigo deixar de imaginar a ansiedade que os animais devem sentir, para além do facto de estarem constantemente a serem provocados. Numa altura em que tanto se fala de ser anti natural os animais irem a restaurantes (assunto que dá para um outro longo texto) pergunto-me... até quando acharão natural obrigar animais a estarem numa arena para felicidade de humanos? O lugar dos animais selvagens é no seu habitat natural. E é isso que este filme demonstra. Demonstra o egoísmo de alguns humanos e a forma como os animais são mais felizes quando são livres. A pequena Nina representa o amor puro e os vários momentos em que ela surge com o Ferdinando são de aquecer o coração. É maravilhosa a forma como ela luta por ele e a forma como ela acolhe todos os amigos que ele acabará por trazer. É um filme de animação com uma dura crítica inscrita nele. Ataca fortemente as touradas de morte tradicionalmente espanholas e que demonstram que a nossa civilização não é assim tão avançada. Infelizmente sei que este filme não mudará mentalidades mas espero que mais pessoas vejam para lá das tradições e percebam que chegou à altura de respeitar os animais, permitindo-lhes estar em liberdade. Permitindo-lhes viver a sua vida em paz.

sábado, março 17

: Home Cinema | Três filmes para relaxar.

Eu bem digo e é verdade, subscrever os TvCines foi a nossa melhor decisão. Passam lá imensos filmes e todas as semanas há a estreia de pelo menos um filme novo. Foi graças a esses canais que consegui ver estes três filmes que vos trago hoje. Se da última vez vos trouxe uma pequena lista de filmes que nos fazem refletir desta vez trago-vos filmes que nos aliviam a mente e nos distraiem. 

1. Baywatch

Sinopse: Mitch Buchannon (Dwayne Johnson) é um devoto salva-vidas, orgulhoso do seu trabalho. Enquanto está treinando o novo e exibido recruta Matt Brody (Zac Efron), os dois descobrem uma conspiração criminosa no local que pode ameaçar o futuro da baía.

Opinião:
Já tinha ouvido falar deste filme e calhou estar a dar numa das vezes em que fizemos zapping. Acabámos por ver mas não foi um filme que me tenha conquistado. Tem as suas partes engraçadas - principalmente trazidas pelo Dwayne Johnson - e apela ao sentido de união e família mas, fora isso, é mais do mesmo. Miúdas giras a correrem semi nuas, piadas que já se ouvem desde sempre... É um filme para rir um pouco mas que não tem muito conteúdo. 

2. Ballerina

Sinopse: Paris, 1880. A viver num orfanato desde muito pequena, Felícia, de 11 anos, sonha tornar-se bailarina. A sua paixão revela-se a cada momento da sua vida e cada lugar lhe parece um palco onde rodopia e faz "pliés", ao mesmo tempo que fantasia com os aplausos de grandes plateias. Um dia, acompanhada por Victor, o seu melhor amigo – que deseja mostrar ao mundo as suas grandes invenções –, decide fugir. Os dois rumam a Paris, a cidade das luzes, onde lhes tudo parece possível. Felícia inscreve-se como aluna na famosa escola da Ópera de Paris, considerada uma das maiores e mais tradicionais companhias de dança do mundo, onde espera aprender tudo do que necessita. Como o que lhe falta em técnica sobra em determinação, esta menina corajosa sente-se capaz de enfrentar todas as adversidades e conquistar o título de "prima ballerina"…

Opinião: Tinha imensa curiosidade em relação a este filme mas fui adiando. Até que há cerca de quinze dias estreou num dos TvCines. Esta animação não me desiludiu em nada e foi amoroso ver a evolução da Felícia e do seu melhor amigo, Victor, na luta pelos seus sonhos. Foi de aquecer a alma ver o enorme coração de todos aqueles que os ajudaram a alcançar os seus objetivos. Ver a persistência de Felícia parece dar-nos forças para perseguir os nossos próprios sonhos. Inspira-nos. É isso que este filme é: inspirador.

3. High Strung - Ao ritmo de um sonho

Sinopse: Ruby (Keenan Kampa) chega a Nova Iorque com uma bolsa de estudo para se dedicar ao ballet numa escola altamente competitiva. No metro, encontra um violinista britânico, Johnnie (Nicholas Galitzine), que se dedica ao hip-hop. Esses dois universos acabam por se juntar tanto em termos românticos quanto em termos artísticos. Têm de se ajudar mutuamente: ela a manter a bolsa e ele a não ser deportado para Inglaterra.

Opinião: Este filme traz-me sentimentos opostos - adorei umas partes mas outras deixaram-me muito desiludida. Descobri este filme já ele estava mesmo no fim. Quando percebi que abordava música - violino, mais especificamente - gravei para ver mais tarde. Aquilo que nos pareceu foi que era mais um Step Up só que com música tocada ao vivo. Não tiro o mérito às bailarinas e aos músicos (que são bastante bons) mas esperava outra coisa. Tinha imenso potencial e poderia ter sido explorado de forma mais cuidada e profunda. Há alguns pormenores que passam despercebidos a quem não toca nenhum instrumento mas que a mim me fizeram alguma confusão. Um simples exemplo, num determinado momento ele tira um violino (com o qual nunca tocou) da caixa e começou logo a tocar sem ser preciso afinar. Quem me dera a mim que o meu violino fosse mágico também. De um dia para o outro já tenho que o afinar... Pormenores simples nos quais deveriam ter pensado. Ainda assim adorei ver o violino em destaque e deu-me ânimo para superar todos os obstáculos que surgirem. Deu-me vontade de pegar no violino e tocar. Deu para sentir a música e todo o amor que ela guarda.


Já tinham visto algum destes? Alguma sugestão de filmes que tenho mesmo de ver?

terça-feira, fevereiro 27

: Home Cinema | Três filmes que todos deveriam ver.


1. Intouchables (Amigos Improváveis)

Sinopse: Na sequência de um acidente de parapente, que o deixou tetraplégico, Phillipe (François Cluzet), um aristocrata francês de meia-idade, decide contratar alguém que o apoie nas suas rotinas diárias. É então que conhece Driss (Omar Sy), um jovem senegalês de um bairro problemático, recém-saído da prisão. Drisse é, segundo todas as aparências, alguém totalmente inadequado à função, porém Phillipe estabelece com ele um vínculo imediato e contrata-o. Assim, com o passar dos dias, aqueles dois homens com vidas tão díspares vão encontrar coisas em comum que ninguém julgaria possíveis., nascendo entre eles uma amizade que, apesar de improvável, se tornará mais profunda a cada dia.

Opinião: Quando o David me falou deste filme nunca pensei que fosse gostar tanto dele. Apesar da temática subjacente os atores conseguem roubar-nos muitos risos, principalmente Driss que vê para além do problema físico de Phillipe. Baseado numa história verídica, como o final do filme nos mostra, é uma película inspiradora que nos faz perceber que o melhor ainda pode estar para vir. Um filme que decerto vos irá deixar com um sorriso na cara.

2. Coco

Sinopse: Miguel, de 12 anos, sonha tornar-se um guitarrista famoso, tal como Ernesto de La Cruz, o seu maior ídolo. Apesar de toda a dedicação e do inegável talento, a sua família desaprova esta sua aspiração e tenta de todos os modos fazê-lo abandonar a música, dizendo-lhe que a música amaldiçoa a família há anos. Até que, no meio de tanta insistência em provar a todos que consegue chegar onde quiser, Miguel acaba por evocar um encantamento que o leva para o estranho Mundo dos mortos. Lá encontra muitos dos seus antepassados, alguns falecidos há mais de um século, acabando por desvendar um mistério relacionado com a sua história familiar.

Opinião: Já andava para ver este filme há imenso tempo mas só agora arranjei tempo para me sentar a vê-lo. Não me desiludi em nada. Um filme cheio de cor, animação e boa música. Um filme que nos faz pensar, como a Disney tão bem já nos habituou. É uma animação muito bem construída, inspirada na celebração do Dia dos Mortos, cheia de reviravoltas e de momentos que nos levam aos extremos: tanto rimos às gargalhadas como choramos com passagens mais emotivas. Adorei o fiel companheiro de Miguel, Dante, sempre pronto para ajudar o seu melhor amigo e que conseguiu roubar-me bastantes sorrisos. Gostei do conceito dos Alebrijes e da forma como os animais nos guiam, ajudando-nos a descobrir o nosso caminho. É um filme que não me cansarei de rever e que entrou para a minha lista como um dos melhores filmes de animação que já vi.

3. Every Brilliant Thing (Todas as coisas incríveis) 

Sinopse: O comediante Jonny Donahoe interpreta um monólogo interativo perante uma audiência, onde aborda o tema da depressão e do suicídio numa perspetiva humorística.

Opinião: Este é um daqueles filmes que se começa a ver sem querer enquanto se faz zapping. Pareceu-nos uma espécie de stand up comedy e como gostamos dessa vertente da comédia decidimos ver desde o início. Rapidamente percebemos que não era o formato que tínhamos pensado mas continuámos a ver, curiosos. Digo-vos... este monólogo é um murro no estômago. Fala da depressão e do suicídio de uma forma nua e crua, utilizando a participação da audiência para dinamizar a história. O comediante é capaz de nos envolver de tal maneira que mal conseguimos tirar os olhos do ecrã. Quando o filme acabou eu própria fiquei com vontade de fazer uma lista de todas as coisas incríveis na minha vida. Talvez faça isso aqui pelo blogue!

Nota: Vi este filme no TVC2 no sábado à noite e repetiu no domingo de manhã. Se tiverem interesse e se tiverem o canal ainda o poderão ver.

quarta-feira, julho 5

: Fiquei fã deste programa!


Quando a SIC anunciou este novo projecto - E agora o que é que eu faço? - fiquei curiosa. Pensei que fosse igual ao Querido Mudei a Casa mas mesmo estando dentro do mesmo tópico, remodelações, é um formato completamente diferente. Neste programa os candidatos ajudam na reforma da divisão escolhida e têm opção de escolher alguns dos elementos. Não é que eu tenha grande jeito para bricolage ou para design de interiores/exteriores mas fico sempre com vontade de reformar a minha casa, ainda que esta tenha sido remodelada antes de virmos para cá morar. É um programa que mostra que pessoas sem ligação alguma a construções podem reformular a sua casa sem gastar rios de dinheiro. É um programa real e que me apaixonou logo ao primeiro episódio! Recomendo a quem, como eu, goste de ver remodelações.

sábado, novembro 19

: Obrigada Disney!


Eu sou uma apaixonada pelos clássicos da Disney: Pocahontas, Bela e o Monstro, Pequena Sereia e tantos outros que preencheram a minha infância, guardados em cassetes VHS. Ultimamente os canais TVCine têm passado estes filmes antigos e sempre que vejo estar a dar um fico a ver. É tão bom desligar-me durante aquelas horas e regressar atrás no tempo, onde a felicidade era simplesmente aconchegar-me no sofá a ver um filme.

O meu coração iluminou-se quando vi o trailer deste novo filme da Bela e o Monstro, com pessoas de carne e osso. Talvez isso roube alguma magia mas, pelo que vi do trailer, duvido. Se eu já achava o filme dos mais bonitos da Disney ouvir a voz da Bela com o sotaque inglês da Emma Watson é das melhores sensações que poderia sentir. Fiquei curiosa por ver o filme e este é um daqueles que tenho mesmo de ir ver ao cinema!!

domingo, outubro 16

: Filmes Giros | Volta à terra


Não é segredo para ninguém que eu tenho uma paixão desmedida pelo Norte de Portugal. Não pelas grandes cidades, desenganem-se. Sou uma verdadeira apaixonada pelas aldeias, pelo silêncio, pelo sotaque típico, pela força das gentes das terra. Quando, há cerca de uma semana, o David me disse que eu tinha que ver este filme fiquei desconfiada. Mas ele não podia ter acertado mais. É um documentário que mostra a vida dos habitantes de Uz, uma pequena aldeia que fica entre o Minho e Trás-Os-Montes. Mostra os seus costumes e mostra-os, para minha grande felicidade, sem preconceitos ou pudores. Parece-nos estar lá com eles, nos seus afazeres. Transportou-me para as minhas maravilhosas experiências em aldeias de Viseu.

Ri mais do que muito, com a genuidade das pessoas. Especialmente do "personagem" principal: Daniel. Bateram-me as saudades de Adenodeiro, aldeia que adotei como o melhor lugar do mundo. Ficou a vontade de visitar Uz, de conhecer aquelas pessoas em carne e osso. De conhecer a Laranja, a melhor vaca de todo o mundo! 

É um filme que recomendo a quem gosta do nosso Portugal, que gosta de ver as pessoas como elas são, que se orgulha naquilo que o nosso país tem de melhor. É um filme que passa a correr e que vos vai deixar com um sorriso no rosto, acreditem!

terça-feira, agosto 16

: Filmes Giros | " A Canção de Lisboa "


No dia em que fizemos seis anos de namoro decidimos ir ao cinema. Olhámos para a lista de filmes e não foi difícil escolher aquele que ia marcar a nossa tarde: A Canção de Lisboa. A famosa música "Será Amor" que passa na Rádio Comercial aguçou a nossa curiosidade em relação a este filme e não resistimos. E que tarde bem passada. As personagens, muito bem construídas, fazem-nos rir do início ao fim. As aventuras do estudante de medicina, bon vivant fazem-nos pensar que todos nós já conhecemos alguém assim, incapaz de assentar. É fácil nos sentirmos identificados com este filme, tão actual.

Eu estava à espera de gostar do filme. Não estava era à espera de gostar tanto! Talvez não seja uma obra-prima mas é um bom filme português, que faz rir, que faz pensar. É um filme recheado de momentos marcantes por bons motivos. Além das músicas pelas quais fiquei apaixonada! Deixo-vos um vídeo da música mais famosa com algumas partes do filme. 


Já mais alguém foi ver o filme? O que acharam?

domingo, agosto 14

: Afinal a televisão ensina coisas giras!

O meu guilty pleasure deste verão tem sido, sem dúvida alguma, ver a novela que dá à tarde na TVI - Massa Fresca. Só a comecei a ver quando estive de férias em Viseu, visto que só tínhamos quatro canais mas fiquei viciada. Eu e o David. Desde aí não perdemos um episódio. É quase como se voltássemos atrás no tempo, até há época dos primeiros Morangos com Açúcar. Parece que recuperamos a nossa juventude. 

Mas bom, vamos ao que interessa. Gosto bastante da banda sonora que acompanha os episódios. Acho que as músicas foram bem escolhidas e têm uma qualidade invulgar para este género de novelas. Tenho que destacar uma banda bastante original e pouco conhecida, Meio-Irmão. Fiquei fã deles, com músicas alegres e excelentes para o verão ou para qualquer uma das estações.

Deixo-vos o videoclipe da música deles que passa na Massa Fresca. Digam lá que não ficaram cheios de vontade de começar logo a dançar!! Assim se canta em bom português!


sábado, agosto 13

: Tinha mesmo que publicar isto.

Não consigo parar de rir com este gif. Eu agora já estou habituada aos piolhos - força do hábito - mas isto fez-me lembrar tanto algumas colegas minhas.


AHAHAHAHAHAHAHAHAH (...)

domingo, junho 19

: Filmes Giros | À Procura de Dory

 
Sim, eu sei que este filme ainda nem estreou no cinema. Mas, pela primeira vez na minha vida, consegui bilhetes para uma ante-estreia. É óbvio que aproveitei! Lá fui eu hoje de manhã - juntamente com o David e a minha cunhada - até à UCI do El Cort Inglês para ver um dos filmes de animação mais esperados deste ano. E era bem capaz de me habituar a esta vida "privilegiada" visto que não pagámos nada: nem bilhetes, nem óculos 3D, nem pipocas e bebida. Se fosse sempre assim passava a vida no cinema!!
 
Lembro-me de ver o À Procura de Nemo e de me apaixonar pela Dory, mais do que por qualquer outra personagem. Lembro-me de me rir que nem uma perdida com ela a falar balaiês. Claro está que assim que descobri a existência deste filme fiquei com vontade de vê-lo. Não me desiludiu. Esta história mostra-nos a Dory em criança, já tão esquecida como tão bem a conhecemos, avançando depois um ano após a aventura que conhecemos com o primeiro filme. É impossível não rirmos com os esquecimentos deste pequeno peixe azul, não nos sentirmos tristes quando ela pensa que não conseguirá encontrar a família.
 
Se gostaram do À Procura de Nemo e se tiverem oportunidade de ver este filme não o percam. É um filme com muitas surpresas, com muitas lições, com muitos momentos amorosos da Dory em criança. Eu apaixonei-me ainda mais por ela! Como resistir-lhe?!
 

domingo, junho 5

: Angry Birds, o filme.

 
Era suposto ontem ter ido à praia. Mas com tantas nuvens e vento acabámos por arranjar outro plano para a tarde de sábado: ir ao cinema. Foi fácil escolhermos o filme, visto que gostamos os dois do jogo que originou toda esta loucura em torno dos pássaros "raivosos" e tínhamos curiosidade em ver como seria o filme.
 
Ri-me do início ao fim, talvez até mais do que as crianças. Há uma parte, sensivelmente a meio do filme, que é mais parada como quase todos os filmes têm. Ou talvez fosse mesmo eu que estava tão cansada que comecei a desligar-me...
 
Foi fácil rever o jogo no filme e todos os personagens ganharam agora uma nova vida para mim. Apaixonei-me pelo Bomb e pelo Chuck, dois "raivosos" muito engraçados. Derreti-me com os pássaros bebés. Gostei da forma como, no final, toda a ilha dos pássaros se uniu. Se tornou numa só família.

Este é, sem dúvida, um excelente filme para levarem filhos, sobrinhos, primos, irmãos. Ou então para irem só vocês, como eu fui com o David. Devíamos ser os únicos lá que não estávamos acompanhados por crianças!! São cerca de duas horas bem divertidas e com uma bela lição de amizade por trás.
 
 

quarta-feira, abril 20

: Como partir o meu coração em 40 minutos...


Atenção: este texto contêm muitos spoilers!!

Sim, eu sei que o How I Met Your Mother já acabou há um bom tempo mas eu só acabei de ver a série há uns dias atrás, na Fox Comedy. E apesar de não seguir a série acabei por ver todos os episódios que foram passando nesse canal. E esperei, meio que ansiosa, pelo final. Afinal de contas os finais costumam sempre deixar um gostinho especial na nossa memória...

Então vamos lá ao que interessa: andamos nós durante imensas temporadas sempre na expectativa de saber quem é a mãe das crianças, que aturam aquelas histórias todas, para no final dos finais ele nem fica com ela?! Então mas andamos nós a torcer para ele encontrar a pessoa do chapéu amarelo para depois eles serem felizes durante só uns anos e depois a rapariga morrer? Mas isso faz-se a alguém? Sim, eu compreendo que o Ted e a Robin sempre estiveram destinados - blá blá blá - mas este final partiu-me por completo o coração. Eles ficam muito fofos juntos mas, bolas, andámos estes anos todos a contar com uma coisa que aconteceu durante o quê... quatro episódios?

E o que dizer daquele final do Barney? Eu que torcia pela relação dele com a Robin levei a primeira facada quando se divorciaram. Eu sabia que ele iria ter uma filha mas pensei que ela fosse ser adoptada - visto que a Robin não pode ter filhos. Então mas ele tem uma filha de uma mulher qualquer que nem o nome nos é apresentado? - vá nisto até me admiro não ter engravidado alguém antes... Mas bom, o que importa foi a reacção dele ao ver aquela menina linda. A única mulher capaz de lhe roubar por completo o coração. Essa parte amei e achei que fez todo o sentido.

Já o Marshall e a Lily tiveram o final que todos esperávamos. Cheios de filhos e com cada um a cumprir os seus sonhos. Nunca duvidei, por um segundo que fosse, naquela relação e naquele amor. Puro. Intemporal.

Contas feitas só sei que chorei que nem uma perdida e acabei a dizer que detestei o final. Foi tudo ao lado do que eu esperava e senti que tudo aquilo tinha acabado de acontecer a alguém que eu amo. É quase como se nos estivessem a dizer que sim, é possível encontrar o amor da nossa vida. Mas que depois nos é roubado e acabamos por ficar com uma outra pessoa pela qual até já estivemos apaixonados, quase como um "prémio de consolação". Porquê fazer isto ao Ted? Logo ao Ted, eterno romântico e cujo oxigénio são clichés? Bolas. Fiquei magoada e não gostei do final.

De resto, a série foi Le - Wait for it  - gendary!!