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domingo, outubro 29

: Não consegui evitar...

É raro apaixonar-me por sapatos mas, há umas semanas, passei pela montra de uma Seaside aqui da minha zona e apaixonei-me por umas botas. Tenho tentado convencer-me de que não preciso delas - afinal ainda são quase 40€ e há algo em mim que se revolve por gastar muito dinheiro em roupa/sapatos - mas continuo com vontade de ir buscá-las! Depois de uma breve pesquisa descobri que no Calçado Guimarães há umas botas quase iguais - um pouco mais baratas - e que me colocaram num dilema. Gosto das duas ainda que o meu coração penda um pouco mais para as segundas. Acho que vou esperar pelo Natal e depois logo vejo se as vou buscar... Até lá continuo a namorá-las à distância!!

Disponíveis na Seaside por 39,50€

Disponíveis no Calçado Guimarães por 34,95€


Também podiam vir morar comigo estas botasestes sapatos, estas sapatilhas e estas sapatilhas.

Ai se eu fosse rica...!!

segunda-feira, outubro 23

: Aniversário com sabor a doces de Natal.


Relativamente ao post anterior a Joana Grilo fez-me duas perguntas que eu até poderia ter respondido em "privado" mas, por outro lado, achei engraçado fazer um post. Assim ficam a saber um pouco mais sobre mim e sobre a forma como encaro a altura em que faço anos! 

"Normalmente não te dão só uma prenda e dizem que é do Natal e dos anos? É bom ou mau fazer anos na mesma altura que o Natal?"

Por acaso nunca me deram uma prenda a valer pelos dois dias. Sempre tive prenda no Natal e nos anos, de toda a família. Sei que muita gente não tem a mesma "sorte" mas, por acaso, não tenho razões de queixa. Hoje em dia nem sequer ligo muito a prendas - prefiro dar presentes do que receber - mas recebo sempre um miminhos nos dois dias, nem que seja uma carta!

Adoro fazer anos na altura do Natal. Tenho uma paixão pelas luzes na rua e pelas decorações dessa época. Poder festejar o meu aniversário nesse ambiente é o que eu mais gosto e torna-o mágico! Nunca saberei o que é festejar os anos noutro momento do ano mas acho que esta é mesmo a altura ideal para mim. Era suposto eu ter nascido na primeira quinzena de dezembro mas decidi "esperar" quase até ao final de Dezembro. Parece que já sabia que esta ia ser a minha altura preferida do ano...

Arrisco-me até a dizer que gosto mais do Natal do que do meu aniversário! Mas, tendo em conta a proximidade das datas, sinto tudo como se fosse uma festa só. E não trocava isso por nada. 

sábado, outubro 14

: Se eu entrasse num filme da Disney...


... teria que ser uma vilã. Não que eu seja má - longe disso - mas porque gosto de analisar os planos maquiavélicos que eles inventam. Normalmente são personagens seguras de si, cativantes, que perseguem os seus objetivos. Tinham tudo para serem boas pessoas, exceto aquele gosto especial pela maldade! Além de que gosto bastante das músicas que eles cantam. Seria um desafio enorme fazer uma personagem diferente do meu feitio e iria dar-me imenso trabalho. Mas não deixaria de ser uma experiência bastante engraçada! 

Por enquanto vou sonhando enquanto oiço covers maravilhosas como esta que partilho convosco!

sábado, setembro 30

: Colorir a vida.

Foto da minha autoria 

Sou contida e discreta em muitas coisas, principalmente na minha forma de viver. Mas há uma coisa em que não me importo de marcar a diferença: nos sapatos. Tenho desde ténis às flores até estas sandálias maravilhosas que respiram boas vibrações. Andei a namorá-las o verão inteiro, numa loja local. Aproveitei que a loja finalmente entrou em saldos e trouxe-as. São coloridas, divertidas, confortáveis. São o meu lado irreverente, que nem sempre mostro. Por medo, talvez. Enquanto não encher o peito de coragem vou marcando a minha posição através de pormenores. Uns sapatos. Uma mala. Um acessório. São partes de mim. Da minha forma de ser. E como eu gosto de colorir os dias, mesmo quando eles são cinzentos.

segunda-feira, agosto 28

: A hora da verdade.


Ora, como prometido, cá estou a responder às vossas questões! Primeiro que tudo obrigada às pessoas que deixaram o seu contributo. Espero que gostem de conhecer-me um pouco melhor.

sábado, agosto 5

: Particularidades à la Cláudia #10


Quando era miúda estava sempre a dizer que não conseguia fazer as coisas. Há montes de filmagens em que digo que não consigo subir para a bicicleta ou que não consigo beber água nos repuchos que existem nos parques, por exemplo. Os meus pais sempre me incentivaram a enfrentar esses desafios e, talvez por isso, tenha crescido sem grandes medos. Só não gostava de estar perto de cobras ou aranhas muito grandes, o que ainda hoje se mantêm. Veio acrescentar-se, mais tarde, o nojo às baratas. Nem consigo olhar para imagens sem ficar agoniada!

Com a idade veio uma maior perceção da realidade - porque a verdade é que em crianças não temos real noção de todos os perigos - e um medo absurdo das alturas. Lembro-me perfeitamente do dia em que tive o meu primeiro ataque de pânico por causa disso. Dia da criança, 2011. Eu e o David decidimos ir ao Jardim Zoológico, visto que nenhum de nós lá ia há bastante tempo. Passei o tempo todo a chateá-lo para irmos ao teleférico, que sempre tinha sido a minha parte preferida. Entrei no teleférico toda contente e assim que ele abandonou a plataforma eu ia morrendo. Fiquei feita pedra e o meu coração quase saía pela boca. Estava presa a imensos metros no chão e só conseguia pensar que aquilo ia cair. Fiz a viagem toda sentada no chão do teleférico com o David a tentar acalmar-me. A ânsia de sair dali era tão grande que na chegada ia tropeçando ao sair! A partir daí as alturas deixam-me maldisposta. Se eu souber que estou num sítio com uma grande rede de proteção - como, por exemplo, no Cristo Rei - controlo-me bem. Mas ficar à beira de penhascos, subir a escadotes ou andar em muralhas de antigas fortalezas está fora de questão. As minhas pernas tremem e eu não me consigo mexer. O pior... Não percebo o porquê deste medo, visto que nunca nada de mau me acontece nas alturas! Há coisas que não dão mesmo para explicar...

Nem sempre tive este medo - até já andei de avião em miúda!! - mas quando veio atacou em força. Eu vou tentando combatê-lo aos poucos: até já andei novamente de teleférico, desta vez o do Parque das Nações! Mas é difícil e nem imagino como vivem as pessoas com fobias bem mais graves do que esta...

Por aí, também têm alguma medo/fobia que não consigam explicar?

segunda-feira, julho 10

: Particularidades à la Cláudia #9


Por norma não tenho grandes pudores quando falo, seja qual for o assunto. A única coisa que tenho em atenção é com quem estou a falar... Se estiver a falar com crianças modero mais as coisas que digo - por razões óbvias - mas se estiver a conversar com pessoas com as quais tenho confiança então falo sem qualquer filtro. 

Aconteceu há uns anos, durante a faculdade, estar na paragem do autocarro com umas amigas e, já nem me lembro como, a conversa foi parar ao tema menstruação. Enquanto elas falavam quase num sussurro eu falava naturalmente, mesmo sabendo que estava um senhor sentado um pouco mais ao lado. Elas faziam-me sinais e davam-me toques para que eu sussurrasse também mas eu entendi que não iria falar mais baixo, simplesmente porque o assunto era algo natural. Não é propriamente segredo que as mulheres passam todas pela menstruação uma vez por mês! Ora que quando entrámos no autocarro o senhor passou por mim e disse-me "Obrigado". Eu fiquei sem perceber e ele explicou-se. Tinha estado imensos anos no Brasil e lá, ao que parece, as mulheres não têm medo de falar sobre que assunto for. São mulheres sem tabus e ele reviu em mim um pouco do país que o acolheu, durante bastantes anos. Agradeceu-me por tê-lo recordado do porquê de gostar tanto do nosso país irmão. E eu fiquei comovida por ter tornado o dia daquele senhor mais feliz. Com uma simples conversa que as minhas colegas queriam que eu sussurrasse! 

São estas situações que me fazem ver que vale sempre a pena sermos nós próprios. Sem medos!

segunda-feira, junho 19

: Particularidades à la Cláudia #8


Sou daquele tipo de pessoa que prefere - mil vezes - o inverno ao verão. Não que eu não goste do bom tempo ou de ir à praia/piscina mas detesto o calor sufocante que se sente quase o verão todo e que me deixa com tonturas ou que me impede de dormir à noite. Sou do tipo de pessoas que prefere agasalhar-se do que ter que lutar com o calor, visto que chega a um ponto em que não podemos tirar mais nada!! Claro que gosto de passar umas horas na praia, a nadar no mar. Ou claro que adoro ficar de molho numa piscina bem fresca... Mas e quando estamos a trabalhar e longe de tudo isto?! É isso que me custa! Ainda nem começou o verão e eu já estou farta dele! Que venham daí dias mais frescos...